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10 Tips for iPhone Users at DEFCON 17
Jul 27th, 2009 by cyclops

This week, MuscleNerd and a few other unnamed dev team members will be at DEFCON 17 in Las Vegas.

  1. Disable all your login cookies in Safari. If you use the hotel or conference wifi, it is 100% guaranteed that your traffic will be sniffed. If you allow a web site (like twitter.com) to store your login info in a cookie, and if you connect to that site through a normal http connection, your login info will be exposed. At the very least, you’ll end up on the Wall of Sheep. But you’ll be giving up your password to anyone else sniffing too.
  2. Consider not using the hotel or conference wifi at all, especially if you’re getting 3G speeds anyway. Do not have your iPhone auto-connect to known networks. If you’re bringing a Mac to the conference and you use wifi, at least set up your firewall properly. Turn off everything in Settings→Sharing. Then in Settings→Security→Firewall, click “Set access for specific services”→“Advanced”→“Enable Stealth Mode”.
  3. Learn how to use tethering to avoid wifi on your laptop altogether (and any hotel wifi charges too). By the way, the conference wifi generally doesn’t reach up to the hotel rooms, and vice versa.
  4. If you’re avoiding wifi, consider buying 3G Unrestrictor in Cydia. It tricks applications that would otherwise insist that you be on wifi into using your cellular data network instead. Such apps include Skype, Slingplayer, iTunes, and many others.
  5. Change your root and mobile passwords. Everyone’s iPhone starts off with the root and mobile password of “alpine”. You really don’t want to be in a hotel full of hackers who know your root password. You probably don’t need ssh access to your iPhone at the conference anyway, so uninstall it or toggle it off using SBSettings.
  6. The above tips all apply at the McCarran airport, too. Don’t let your guard down on Sunday after the conference ends, since many of the people around you waiting for their flights out of Las Vegas will have just come from the conference too.
  7. The conference events last from morning through well into the night. If you have firmware 3.0 on your iPhone and both bluetooth and wifi are enabled, you’ll very likely deplete your battery before the day is done. There are power outlets in each of the conference rooms, but those are often the first spots taken (especially late in the day). Consider disabling bluetooth and wifi if only for battery consumption reasons (and maybe even rollback to 2.2.1 LOL).
  8. The “Hack the Badge” contest is a very fun event lasting the whole conference. If it’s anything like last year, the Hardware Hacking Village will be packed all weekend long with tinkerers trying to make their badge do cool and unexpected things. Kingpin has released very limited info about this year’s badge (to make the contest more exciting), but one thing he has revealed is that it will use a simple 3-wire serial interface. On the conference forums, he’s recommended that you bring your own level converter to make the serial voltages compatible with your laptop. But if you connect your badge to your iPhone’s serial interface, you won’t need a level converter. It’s already at the correct voltage. That’s why the early tethered jailbreak for the iPod Touch 2G was able to use the DEFCON 16 badge as a hardware dongle example to boot the device.
  9. The official twitter tag is #defcon. So fire up your preferred iPhone twitter client (for example, Tweetie) and add #defcon as a saved search. And don’t forget to use that tag yourself when you tweet about something at DEFCON.
  10. There are several talks that may interest iPhone and Apple owners in particular. Scanning the talk titles reveals things like “Hacking the Apple TV”, “Is your iPhone Pwned?”, “Jailbreaking and the Law of Reversing”, “Hacking with the iPod Touch”, “Attacking SMS. It’s No Longer your BFF”, and “Runtime Kernel Patching on Mac OS X”, For hardware tinkerers, any talk with Chris Tarnovsky or Kingpin is a guaranteed winner. The iPhone Dev Team gave a talk at 25C3 in December but isn’t presenting anything at DEFCON 17. We have a talk planned for HAR 2009 in a few weeks.

Source: http://wikee.iphwn.org/howto:iphones_at_defcon

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Software Improves P2P Privacy By Hiding In The Crowd
Apr 22nd, 2009 by cyclops

Pesquisadores da McCormick School of Engineering and Applied Science at Northwestern University descobriram um novo meio para explorar à privacidade de usuários que utilizam sistemas de Peer-to-Peer (P2P). Ao analisarem o protocolo/tráfego (eavesdropper) é possível classificar grupo de usuários que possuem características de comportamento semelhantes.
Os próprios pesquisadores desenvolveram um plugin, SwarmScreen, para que os usuários possam controlar o impacto.

“This was particularly surprising because BitTorrent is designed to establish connections at random, so there is no a priori reason for such strong communities to exist,” Bustamante says. After identifying this community behavior, the researchers showed that an eavesdropper could classify users into specific communities using a relatively small number of observation points. Indeed, a savvy attacker can correctly extract communities more than 85 percent of the time by observing only 0.01 percent of the total users. Worse yet, this information could be used to launch a “guilt-by-association” attack, where an attacker need only determine the downloading behavior of one user in the community to convincingly argue that all users in the communities are doing the same.

Fonte: http://www.mccormick.northwestern.edu/news/articles/492

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Análise do Comportamento na Internet – Internet Interventions x Security
Mar 10th, 2009 by cyclops

Artigo em desenvolvimento no  Mestrado em Psicologia em Análise do Comportamento, História da Prática da Análise do Comportamento

Título: Análise do Comportamento na Internet

Autores: Nelson Novaes Neto

PUC-SP,  2008.

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Faça o download
Ou leia abaixo:

Boa Leitura!

Análise do Comportamento Humano na Internet – Draft 1.0

Nelson Novaes Neto

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

A Internet está rapidamente evoluindo e potencializando a sua capilaridade por meio de produtos e serviços que trazem benefícios acadêmicos, científicos, profissionais e pessoais por todo o globo. A Internet, conglomerado de redes em escala mundial de bilhões de computadores interligados, pode influenciar significativamente o comportamento humano e servir como meio de intervenção para modificação do comportamento, bem como o seu desenvolvimento pode ser influenciado pela ciência da análise do comportamento humano que pode proporcionar uma melhor experiência de vida aos usuários on-line e resultar em avanços tecnológicos. Este artigo traz comentários sobre a relação da análise do comportamento humano e a Internet, discutindo a evolução tecnológica para a realização de intervenção on-line e uma discussão de como a análise do comportamento pode colaborar para o desenvolvimento da Internet. Por mais que as intervenções via Internet provavelmente não substituirão o tratamento pessoal e tradicional, existem poucas dúvidas de que vai crescer em importância como um poderoso elemento de sucesso para tratamentos e modificação do comportamento humano e online.

DESCRIÇÃO: Internet, World Wide Web, análise do comportamento, computadores, tecnologia, comunicação, segurança, ciber-psicologia.


De acordo com (Plaud, 1996) a Internet pode influenciar positivamente a análise do comportamento com três grandes contribuições: (a) troca de informação e comunicação entre analistas do comportamento por servidores de lista de discussão, (b) disseminação de dados empíricos e comentário em blogs e servidores de informação, e (c) promoção de programas e serviços em análise do comportamento. Contudo, com o significante avanço tecnológico nos últimos 12 anos, a Internet atingiu no ano de 2008 mais de 1.4 bilhões (Nielsen//NetRatings, 2008) de pessoas conectadas pelo globo, sendo que no território brasileiro a Internet é utilizada por mais de 58% milhões de usuários e 48% da população brasileira utiliza a Internet em locais públicos e lan houses (Datafolha, 2008). Sendo assim, além dos benefícios da comunicação e troca de informações em tempo real, a Internet provê a oportunidade tecnológica para que os cientistas do comportamento possam superar e endereçar os problemas do mundo real (Plaud, 1996). E a prestação dos cuidados da saúde através da Internet evolui rapidamente e pode produzir potencialmente meios benéficos para complementar e produzir outros tratamentos que podem ser afetados devido as limitações econômicas, socioculturais e geográficas. As pessoas também usam as informações encontradas na Internet para tornar-se mais informadas (Pew Research Center, 2002) e usam os serviços para interagir com o mundo e usufruir dos benefícios e facilidade do mundo online.

Na atualidade os psicólogos necessitam entender e aceitar que a tecnologia está modificando o mundo (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003), e precisamos que a ciência da análise do comportamento humano seja parte integrante no desenvolvimento dos sistemas da Internet, uma vez que possamos ser influenciados e podemos influenciar o mundo online, pois o comportamento humano é produto de contingências de reforçamento responsáveis pelos repertórios adquiridos por seus membros, incluindo as contingências especiais mantidas por um ambiente cultural evoluído, em que o processo de seleção por conseqüências presumidamente se inicia no nível do indivíduo, e a melhor maneira de se produzir algo é que esse seja reforçado por suas próprias conseqüências. Também é necessário estudar se a cultura online e o uso dos serviços online de comunidade social evoluem com práticas que contribuem para o sucesso de um grupo praticante em solucionar seus problemas, que se é o efeito do grupo e não as conseqüências reforçadoras para seus membros, o responsável pela evolução da cultura e possíveis influências no mundo online.


O uso da Internet na busca de informações de saúde


Mais de 100.000 sites sobre saúde foram construídos para fornecer informações básicas sobre vários problemas de comportamento (Kolata, 2000). Um grande número de pessoas reportou que as informações obtidas por esses sites afetaram as decisões relacionadas aos cuidados da saúde (Pew Research Center, 2002). A provisão de informação relacionada à saúde tem o potencial para mudar o mercado da saúde por propiciar consumidores mais bem informados. Embora investimentos importantes fossem feitos para fornecer informação de saúde na Internet, poucas pesquisas foram conduzidas quanto à eficácia da informação nos sites. No entanto, embora esta relação paciente e sites de saúde possam ser muito úteis, o objetivo é desenvolver pesquisas e disponibilizar personalizadamente tratamentos empiricamente validados que possam ser rapidamente e facilmente distribuído e consultado via Internet (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003).


Intervenções Online


Geralmente, nos estudos apresentados na Tabela 1 (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003), as intervenções via Internet podem ser praticáveis e eficientes. Estes estudos também demonstram que um tratamento comportamental pode ser operacionalizado, transformado, e pode ser aplicado via Internet. Para testar a eficácia, a maioria destes estudos usou alguma forma de grupo de controle sem tratamento, antes que um tratamento presencial identificasse o comportamento desviante. Esta decisão faz sentido dado que o primeiro passo é verificar que a aplicabilidade desta forma de intervenção é identifica por alguns resultados esperados antes que a análise seja submetida para um tratamento clínico presencial e tradicional. No entanto, não é o objetivo dos estudos provar que a intervenção via Internet é mais eficiente do que o tratamento tradicional e altamente eficientes. Mas, sim, identificar alguns benefícios equivalentes e avaliar os resultados obtidos. Entre algumas das vantagens da intervenção via Internet, especialmente a acessibilidade, pode-se acreditar que algumas pessoas não teriam o tratamento se não fosse via Internet.

As intervenções via Internet trazem uma oportunidade para que os psicólogos forneçam tratamentos comportamentais específicos e a indivíduos que preferem ou necessitam procurar ajuda de suas próprias casas ou centros comunitários com acesso à Internet. Por exemplo, o governo da Bulgária está patrocinando uma pesquisa com o objetivo de revelar a expectativa de clientes dos que procuram ajuda psicológica e também as reais possibilidades e limitações no trabalho com os clientes via Internet: e-mail, vídeo-conferência, rede de discursos etc. (Vasileva L.B.; Jordanova M.M. and Rasheva M.R., 2005). Outro estudo de intervenção via Internet (Matthew Porritt, Andrew Burt, & Alan Poling., 2006) fez o uso de um esquema múltiplo de linha de base de grupos para avaliar os efeitos da intervenção via Internet, que era bem-sucedido em aumentar o número de palavras escritas por escritores de ficção. Em outro estudo (Dallery, J & Glenn, I.M., 2005) é proposto que um programa de reforçamento de voucher na Internet é um método praticável para promover abstinência de fumar cigarro. No Brasil, o Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP fornece serviços de orientação psicológica via e-mail, especialmente dirigida às pessoas que apresentam dificuldades derivadas do uso da informática em seu cotidiano.

As intervenções via Internet podem ajudar a reduzir muitas das barreiras tradicionais, incluindo indisponibilidade de profissionais habilidosos, tempo de atraso para disseminação da informação, cumprimento de tratamento, custos e inconveniência de tratamento. Com o uso da Internet, profissionais ou pacientes podem reunir e trocar informações em tempo real sempre que necessário, e os tratamentos podem ser apresentados em grande detalhe pelo uso dos registros como por meio de sistemas visuais, e vídeos animados para aumentar o entendimento de um comportamento desviante. Os pacientes podem acessar a informação dentro da sua evolução e melhor usá-la para aumentar a eficácia do tratamento.

Finalmente, este modo de liberdade de tratamento pode ser muito influenciado pela vontade do paciente em participar e seguir as recomendações. Mas mesmo que intervenções via Internet possam ajudar a superam muitas barreiras, algumas decisões críticas ainda necessitam ser endereçadas e resolvidas, incluindo problemas de auto-avaliação e diagnóstico, disseminação de informação, motivação, estabelecimento de um modelo financeiro, segurança e conformidade. Há conseqüências potencialmente significativas para pacientes que fazem as próprias análises e criam seus próprios diagnósticos, incluindo diagnósticos incorretos e a seleção incorreta de tratamento. As intervenções via Internet não substituem o tratamento tradicional, mas um meio para fornecer uma alternativa para indivíduos que contrariamente escolham não receber tratamento, por exemplo, por causa de timidez, falta de acessibilidade, falta de tratamento adequado disponível e problemas financeiros. Dessa forma, a tecnologia está disponível e estes estudos representam os esforços pioneiros no desenvolvimento para a entrega de tratamentos psicológicos que possam colaborar frente as dificuldade e aprimoramento dos meios tradicionais. Sendo que muitas destas intervenções não tiraram proveito das plenas capacidades que a Internet oferece atualmente, como sistemas de telepresença que, combinam sistemas de áudio e vídeo sofisticados de alta definição e elementos interativos para proporcionar uma experiência sem precedentes de presença física através da rede.


Tabela 1. Intervenções via Internet testadas empiricamente.

Estudo

Comportamento alvo / Sintomas

Sujeitos (N)

Delineamento

Resultados

Schneider, Walter, & O’Donnell, 1990

Cessar de fumar

1.158 adultos

Intervenções via internet com fumantes diários vs. contorno de estratégias comportamentais

As tendências maiores de cessar em 1, 3, e 6 meses para o grupo de Internet.

Winett et al., 1999

Melhorar o comportamento de saúde em meninas adolescentes

180 meninas de escola secundária

Intervenção via Internet em um semestre focados na redução de peso corporal, alimentação saudável e comportamento saudável, vs. classe normal de saúde de escola secundária com conteúdo semelhante.

O grupo de Internet teve melhoras significativas em muitos comportamentos relacionados à saúde.

Celio et al., 2000

Satisfação da imagem corporal e atitudes de comer

76 mulheres

Programa de psicologia educacional vs. mesmo conteúdo apresentado em uma classe vs. lista de espera controle.

O grupo de Internet teve perda no peso e interesses na forma física, e melhor atitude de comer após o tratamento. Fatores de risco para desordem em comer foram reduzidos em contínuos 4 meses.

Strom, Pettersson, & Andersson, 2000

Dores de cabeça

45 adultos

Intervenções via Internet focadas em processos de relaxamento e técnicas para resolução de problemas vs. lista de espera controle.

Após 6 semanas do programa o grupo de intervenção via Internet apresentou poucas dores de cabeça severas.

Winzelberg et al., 2000

Satisfação da imagem corporal

60 mulheres

Programa de psicologia educacional via Internet vs. condicionamento controle.

Depois de 8 semanas e com continuação de 3 mês, o grupo de Internet teve satisfação maior com o seu corpo e menos desejo para “magreza”.

Klein & Richards, 2001

Pânico

22 adultos

Intervenções via Internet contendo componentes de psicologia educacional e técnicas para redução do pânico vs. um grupo controle auto monitorado.

Sujeitos que participaram da intervenção via Internet tiveram redução dos sintomas relacionados ao pânico.

Lange, van de Ven,

Schrieken, &

Emmelkamp, 2001

Estresse pós-traumático e tristeza patológica

25 estudantes de faculdade

Intervenção via Internet utilizando 5 semanas de designação de escrita vs. lista de espera controle.

80% do grupo experimental apresentou melhoras significantes nos sintomas de trauma e psicopatologia generalizada após tratamento.

McKay, King, Eakin,

Seeley, &

Glasgow, 2001

Atividade física

78 pacientes com diabetes tipo 2

Intervenção de atividades físicas via Internet vs. lista de espera controle.

Ambos os grupos aumentaram os níveis de atividade, mas nenhuma significante diferença entre os dois grupos. O grupo da Internet utilizou mais o programa e fez o programa significantemente melhor.

Tate, Wing, &

Winett, 2001

Perda de peso

91 adultos

Programa de Intervenção via Internet para redução de peso com consultas via e-mail vs. educação sobre perda de peso e acesso à sites Web.

A terapia comportamental via Internet teve significante redução de peso entre a 3º e 6 ºmês.

McKay, Glasgow,

Feil, Boles, &

Barrera, 2002

Auto-gestão da diabetes

113 pacientes com diabetes tipo 2

Intervenção via Internet com um programa de dieta, saúde mental e direcionamentos psicológicos vs. apenas informação controle.

Ambos os grupos apresentaram melhorias, mas nenhuma mudança significativa entre os grupos.

Análise do Comportamento na Internet


Com o crescente uso da Internet podemos observar a operação de novos comportamentos que são influenciados pelas diversos estímulos e variáveis presentes na Internet, podendo considerar que milhões de variáveis afetam positivamente ou negativamente o comportamento dos usuários, seja na vida pessoal ou mesmo no condicionamento de comportamentos novos no mundo virtual, que muitas vezes podem ser diferentes dos comportamentos emitidos na via real. A influência de novos serviços impostos pelos agentes governamentais direciona para a necessidade e dependência de uma identidade virtual, que muitas vezes em outros serviços podem ser anônimas como em sistemas de relacionamento e comunidade. Essa exposição e dependência do relacionamento com o mundo virtual pode trazer a exposição de comportamentos encobertos de cada usuários e influenciar práticas que resultam na modificação comportamental na via pessoal e online, como por exemplo, comportamentos desviantes como a dependência da internet , perda de produtividade (YouGov, 2007) cyberbullying considerados pelas ameaças físicas e psicologias dentro do mundo virtual ou real, fraudes e crimes cibernéticos.

A ciência da análise do comportamento pode colaborar para a adequada condução e manipulação das variáveis nos sistemas online, para que padrões de segurança e análise do comportamento colaborem para o adequado comportamento social no mundo virtual, para a Internet não influence incorretamente no comportamento pessoal de cada individuo. Outra ajuda é o desenvolvimento e pesquisas de sistemas, que avaliam o comportamento dos usuários online e que podem colaborar para a segurança e evolução dos sistemas via Internet, fornecendo uma adequada manipulação das regras e variáveis para que tenhamos uma adequada relação entre a ciência do comportamento humano e os sistemas on-line, podendo agregar estudos sociais e comportamentais, maior rentabilidade para as instituições e uma melhor experiência de vida aos usuários.


Conclusão


A confidencialidade, ética, privacidade, legislação, sistemas seguros e padrões rígidos de segurança são fatores que devem ser preservados e alcançados adequadamente pelos profissionais e instituições quando fazemos o uso da Internet na intervenção clínica ou simplesmente temos o uso dos serviços online por parte dos usuários. Podemos observar que o futuro promete tecnologias cada vez melhores e aplicações para a psicologia e análise do comportamento humano. A cada dia emergem novas tecnologias e essas passam a fazer parte da vida e padrões da sociedade moderna, tecnologias que permitem que sistemas de inteligência artificial adéqüem os sistemas on-line por meio da análise comportamental de cada usuário (S. Brin, L. Page., 1998) e influenciam o comportamento pessoal ou social do grupo. Esses sistemas permitem que cada individuo tenha acesso rápido às informações e possam exercer uma vida diferenciada no mundo on-line, em que cada individuo pode reproduzir uma identidade e comportamentos influenciados pelas próprias conseqüências do mundo virtual ou real. E com o aumento da capilaridade dos sistemas online que é estimulado pelo surgimento de novas tecnologias de acesso, por exemplo, redes sem fio de alta velocidade, dispositivos móveis que passam a fazer parte da vida dos indivíduos, sistemas e a necessidade da inclusão digital imposta por padrões sociais, podemos descobrir fatores que caminham para a convergência entre alguns comportamentos reais e virtuais. O uso desses sistemas e da Internet podem colaborar positivamente para o desenvolvimento de pesquisas ou serviços que rastreiem o comportamento dos indivíduos em tempo real e sejam manipulados adequadamente por profissionais para um rápido processo de comportamentos seja recomendado, bem como pode auxiliar no desenvolvimento de pesquisas do comportamento humano, por exemplo, uma pesquisa realizada com mais de 9 milhões de usuários de um jogo online que teve como objetivo fornecer um modelo de simulação para o campo da epidemiologia aplicada, em que a inclusão acidental de um fenômeno de doença possibilitou o desenvolvimento de um laboratório para estudar doenças infecciosa e a sua relação com comportamento humano (Lofgren E, Fefferman NH., 2007).

Finalmente, a intervenção de tratamento clínicos adicionais necessitam ser operacionalizado e transformados adequadamente em intervenções via Internet para que tenhamos um consumo ainda maior e os resultados sejam empiricamente validados por estudos de pesquisas clínicos bem projetados. Há também a necessidade de pesquisas mais elaboradas para estudar a relação do ambiente online e o comportamento humano, bem como entender a capacidade da Internet em extrair mudanças comportamentais e avaliar se os vários elementos fornecidos via Internet e sistemas computadorizados melhorariam ou impediriam um resultado adequado para a segurança, comportamento e melhor utilização dos serviços cibernéticos.


Referências


Celio, A., Winzelberg, A. J., Wilfley, D., Eppstein-Herald, D., Springer, E.,Dev, P., & Taylor, C. B. (2000). Reducing risk factors for eating disorders: Comparison of an Internet- and a classroom-delivered psychoeducational program. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 68, 650–657.

Dallery, J & Glenn, I.M. (2005) Effects of an Internet-based voucher reinforcement program for smoking abstinence: A feasibility study. Journal of Applied Behavior Analysis. 38, 349–357.

Datafolha (2008). Terceira edição do F/Radar. [WWW document]. URL http://datafolha.folha.uol.com.br.

Pew Research Center. (2002). Vital decisions: How Internet users decide what information to trust when they or their loved ones are sick. Pew Internet & American Life. [WWW document]. URL http://www.pewinternet.org/reports/toc.asp?Report_59.

Klein, B., & Richards, J. C. (2001). A brief Internet-based treatment for panic disorder. Behavioural and Cognitive Psychotherapy, 29, 113–117.

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Lange, A., Ven, J.-P. van de, Schrieken, B., & Emmelkamp, P. (2001). Interapy. Treatment of posttraumatic stress through the Internet: A controlled trial. Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry, 32, 73–90.

Lofgren E, Fefferman NH. (2007) The untapped potential of virtual game worlds to shed light on real world epidemics. The Lancet Infectious Diseases. 7: 625-629.

Matthew Porritt, Andrew Burt, & Alan Poling. (2006) Increasing fiction writers’ productivity through an internet-based intervention. Journal of Applied Behavior Analysis, 39, 393-397.

McKay, G. H., King, D., Eakin, E. G., Seeley, J. R., & Glasgow, R. E. (2001). The Diabetes Network Internet-based physical activity intervention. Diabetes Care, 24, 1328–1334.

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Plaud, J. J. (1996). Internet resources in applied behavior analysis. Journal of Applied Behavior. Analysis, 29, 585-587.

Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M. (2003). Internet Interventions: In Review, In Use, and Into the Future. Professional Psychology: Research and Practice, 34(5), 527-534.

S. BRIN, L. PAGE. (1998). The anatomy of a large-scale hypertextual Web search engine. Computer Networks and ISDN Systems archive. 30, 1-7.

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Vasileva L.B.; Jordanova M.M. and Rasheva M.R. (2005). Cyber-psychology. Psychological counseling using Internet technologies and potential clients’ expectations. Sofia, Bulgaria: Proceedings of the XI-th International Science Conference Solar-Terrestrial Influences. 221-223.

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Winett, R. A., Roodman, A. A., Winett, S. G., Bajzek, W., Rovniak, L. S., & Whiteley, J. A. (1999). The effects of the Eat4Life Internet-based health behavior program on the nutrition and activity of high school girls. Journal of Gender, Culture, and Health, 4, 239–254.

Winzelberg, A. J., Eppstein, D., Eldredge, K. L., Wilfley, D., Dasmahapatra, R., Dev, P., & Taylor, C. B. (2000). Effectiveness of an Internet-based program for reducing risk factors for eating disorders. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 68, 346–350.

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Segurança na Internet e Carnaval são os principais temas da semana no UOL
Feb 8th, 2009 by cyclops

A proximidade com o Carnaval e a comemoração do Dia da Segurança na Internet fazem desses os principais assuntos da semana no Bate-papo UOL com Convidados.

Divulgação

Dia da Segurança na Internet, que acontece 10 de fevereiro, é tema de papos na segunda (9), às 16h30, e na terça (10), às 17h

Segunda (9), véspera do Dia da Segurança na Internet, às 16h30, o procurador Sergio Gardenghi Suiama, responsável pelo Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal, cujo foco são pornografia infantil, racismo e crimes de ódio, conversa sobre os crimes na rede e sobre as ações da procuradoria no Safer Internet Day.

Com 11 anos de experiência em tecnologia e gestão da segurança da informação, o CISO (Chief Information Security Officer) do UOL Nelson Novaes Neto dá dicas para evitar fraudes, malwares, spywares e vírus, diz qual a forma mais segura de navegar pela web e fala sobre as ações do UOL para garantir segurança na navegação do assinante UOL; às 17h, do Dia da Segurança na Internet (terça, 10).

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Big Brother – Again
Feb 5th, 2009 by cyclops

Quer saber onde a sua namorada está?

Quer saber o momento exato de abordar um criminoso ou uma vítima?

É uma ótima ferramenta, mas como TODAS, precisamos de cautela e até onde podemos confiar na segurança desse serviço!

FSP, Dinheiro

Google oferece serviço com mapa que localiza pessoas

Disponível no Brasil, “Latitude” faz busca via celular

DA REDAÇÃO

Sinônimo de busca pela internet, o Google anunciou ontem um serviço que promete encontrar, pelo telefone celular, a localização de amigos e familiares. Chamado de “Latitude”, ele está disponível em 27 países, entre eles o Brasil.
Com ele, por exemplo, um amigo pode saber se o colega com quem marcou uma reunião (e está atrasado) está perto ou um pai vai ter ideia de onde está o filho -desde que, claro, esteja com ele o celular.
A ideia da ferramenta é simples: por meio de sinais de torres de celular, GPS e conexões de Wi-Fi, ela mostra em um mapa na tela do celular onde estão os contatos do usuário. Mas não é qualquer pessoa que pode monitorar a sua localização. É preciso enviar ou receber convite e autorizar o pedido.
E, se o usuário quiser, pode ainda esconder onde está até mesmo dos amigos selecionados ou delimitar a precisão (em vez de mostrar rua, pode só expor a cidade onde está).
Para utilizar a ferramenta, é preciso abrir uma conta grátis no Google e ter um celular compatível (a lista pode ser encontrada em www.google.com/intl/pt-br/latitude/intro.html) com o serviço do Google Maps -existe uma versão que também pode ser instalada em computadores.
A partir daí, quando um amigo estiver por perto, um perfil dele vai aparecer no mapa no celular e o usuário pode mandar para ele uma mensagem de texto ou e-mail ou simplesmente fazer uma ligação.
O próprio Google, no entanto, alerta sobre a precisão do serviço. Diz que ele “não vai apontar a localização exata, mas dar uma boa ideia de onde seus amigos estão em um determinado momento”.
Sobre a questão de privacidade, a empresa afirmou que vai manter armazenada em seus computadores apenas a última localização do usuário.

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