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BY-PRODUCTS OF AVERSIVE CONTROL
Jun 23rd, 2009 by cyclops

Se você é gestor, aproveite esse experimento como uma dica para aumentar o rendimento da sua equipe!

Em uma visão simples, podemos  verificar o poder que o controle aversivo exerce sobre o  comportamento dos organismos.

Consideramos o exemplo de uma história de condicionamento: Você observa que os profissionais que foram demitidos na sua empresa tiveram notas baixas na última avaliação de competência. Na atual avaliação de competência você também recebe notas baixas. Nesse momento o recebimento das notas baixas assume o papel de  um estímulo pré-aversivo para você, produzindo ansiedade e reações emocionais que podem afetar negativamente a produção diária de suas atividades, pois sinaliza uma possibilidade de você ser demitido. Um outro efeito que podemos esperar, de acordo com os resultados do experimento abaixo, é  a ocorrência de respostas irrelevantes que foram associadas aos comportamentos que tivessem uma função de esquiva da possível punição futura (demissão).

Dessa forma,  fique atento os feedbacks negativos e comportamentos aversivos, pois podem gerar esse tipo de comportamento  nos membros da sua equipe.

Neste artigo, Sidman (1958), demonstra simultaneamente as funções de facilitação e supressão do estímulo pré-aversivo em macacos Rhesus. De acordo com experimentos anteriores esperava-se que o comportamento reforçado por comida fosse suprimido, ao mesmo tempo que houvesse um aumento na freqüência de respostas de esquiva. O estudo apresenta 6 experimentos na qual Sidman explora a manipulação das variáveis ao tentar controlar o comportamento dos macacos sob efeito do estímulo pré-aversivo. O resultado mostra que a  conseqüência adicional do controle aversivo produz um engajamento em comportamentos irrelevantes, ou seja, observa-se facilitação nas respostas  reforçadas por alimento (VI) e facilitação nas respostas de esquiva na presença de um estímulo pré-aversivo.

Título: BY – PRODUCTS OF AVERSIVE CONTROL

Autores: Lívia Faggian e Nelson Novaes Neto

PUC-SP

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UOL participa e apoia novas recomendações do CGI para redução de SPAM
May 28th, 2009 by cyclops

Altere as configurações de seu e-mail e diminua os spams enviados

Da Redação

Neste exato momento, é bem provável que sua caixa de e-mails esteja repleta de mensagens indesejadas. O que talvez você não saiba é que, também neste exato momento, outras pessoas pelo mundo podem estar recebendo spams enviados pelo seu computador, sem seu conhecimento.

As mensagens indesejadas chegaram à marca de 90,4% de todos os e-mails enviados em abril, segundo a Symantec. E 58% destes e-mails falsos vêm de redes zumbis —computadores invadidos que são usados por spammers para disseminar mensagens.

PC zumbi é o principal responsável pelo spam

Segundo dados da Symantec, 90% dos e-mails enviados no mundo em abril eram spams e golpes. Destes, 58% foram enviados por computadores zumbis.

Computador zumbi é aquele que foi invadido por um hacker e passa a enviar spams automaticamente sem o conhecimento do usuário. “É comum que o PC infectado fique mais lento. Abre ainda a possibilidade de a máquina ser usada para hospedar conteúdo ilícito e propagação de vírus, além do roubo de informações sigilosas como dados bancários”, adverte o gerente de segurança do UOL, Nelson Novaes.

As mensagens indesejadas são enviadas justamente pela porta 25, pois vão direto ao destinatário sem passar pelo servidor. Com o bloqueio, impede-se que a máquina infectada acesse diretamente a porta.

E o Brasil é um dos campeões de spam no mundo. Muito disso pela grande pirata de software -em 2008 o índice foi de 58%. Isto deixa o computador sem atualizações e portanto mais vulnerável à ataques.

Por isso, o indicado para evitar que seu computador se torne um zumbi é ter sempre as últimas versões de softwares originais e manter um antivírus atualizado.

Para reduzir o uso das redes de banda larga nacionais (ADSL, 3G e cabo) para o envio de spams, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) apresentou algumas recomendações para provedores e operadoras.

O que fazer?

A primeira medida indicada pelo CGI.br é que os internautas que usam programas de gerenciamento de e-mails —como o Outlook, Thunderbird ou Mail— bloqueiem o “local” por onde grande parte dos spams são enviados, a porta 25 de seu computador.

Eles devem passar a usar outra porta, a 587 —isso garante que as mensagens passem em um servidor antes de serem enviadas, o que torna o processo mais seguro.

Se você usa algum dos programas citados acima, basta trocar o número da porta de recebimento de mensagens, no próprio software. Usuários apenas de webmail não serão impactados.

Saiba alterar da porta 25 para a 587

“Com a implementação das recomendações, será mais difícil para que computadores zumbis sejam utilizados para o envio de spam, pois além de necessitar de um usuário e senha para utilizar o serviço de e-mail, ele ainda deverá burlar os possíveis controles antispam existentes no serviço mencionado”, diz Nelson Novaes, gerente de segurança do UOL.

O Comitê espera reduzir o tráfego de spam em até 90%, segundo Henrique Faulhaber, Conselheiro do CGI e Coordenador da Comissão de trabalho Antispam no Brasil.
De 12 a 18 meses (ainda não definido pelo CGI.br), o projeto será finalizado com a ação das operadoras que fornecem serviço de acesso à internet. Empresas como Telefônica, Oi e Net vão bloquear os dados transmitidos pela porta 25.

O Brasil é o campeão no envio de spam segundo uma lista divulgada pelo Composite Blocking List, grupo de combate às mensagens indesejadas —15% de todos os spams enviados no mundo vêm de IPs brasileiros. O país está na frente da Índia (9,7%), Rússia (9,6%) e Turquia (7,9%).

O que muda?

Por enquanto, a mudança não afetará a maneira como recebemos e enviamos e-mails. “Somente depois que as operadoras fecharem a porta 25 é que o usuário que não fez as configurações terá dificuldades, já que o ‘canal’ de comunicação será outro”, explica Faulhaber.

A medida não é nova, órgãos internacionais aconselham o bloqueio da porta 25 desde 1998, mas apenas em 2005, provedores e operadoras de todo o mundo começaram a adotá-la em massa. O UOL oferece o acesso pela porta 587 desde 2004.

Rodrigo Albani, gerente geral de administração de sistemas do UOL, explica que a alteração será no trânsito das mensagens na rede. “Pela porta 25 a mensagem é enviada direto para o destinatário. É o que chamamos de ‘envio direto’. Com a porta 587, o usuário precisa se autenticar em um servidor, por onde passa o e-mail. Então é mais fácil barrar spams. A ideia é deixar a porta 25 apenas para tráfego entre servidores”.

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Congresso da ABPMC 18º
May 27th, 2009 by cyclops

ABPMC recebe inscrições para seu 18º Encontro

A Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental (ABPMC) está com inscrições abertas para seu 18º Encontro Nacional, a ser realizado entre 23 e 24 de agosto, no Hotel Royal Palm Plaza, em Campinas.

O prazo para a submissão de propostas de trabalho para o evento encerra-se dia 30 de maio, exceto para a modalidade painel, cujas propostas podem ser submetidas até 5 de julho.

As inscrições para o Encontro, assim como a submissão de trabalho, devem ser feitas por meio do site ABPMC, no endereço www.abpmc.org.br

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site da ABPMC na seção XVIII Encontro ou pelo e-mail abpmc@abpmc.org.br

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Segurança no Trânsito – Controle a sua velocidade!
May 22nd, 2009 by cyclops

Campanhas educativas de trânsito no exterior. Conheça porque a velocidade adequada pode salvar a sua vida!

Vídeos recebidos do Sr. Novaes (Pai). Alguém que já correu muito na vida e hoje tenta conscientizar seus filhos! Espero que na minha história de vida as grandes velocidades deixem de exercer repertório nas estradas da vida!

De qualquer forma, fica a dica para reflexão sobre as suas atitudes no trânsito e como você não deve reforçar seus filhos!


Diferença entre velocidades

Não corra, nem quando estiver sozinho!

Cuidado ao trocar a bebida pela maconha no trânsito.

Você não é responsável somente pela sua vida!

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Qual seria a visão comportamental da depressão?
May 19th, 2009 by cyclops

A depressão resulta basicamente da falta de eventos reforçadores na vida de um indivíduo. Um evento reforçador é aquele que aumenta a probabilidade da resposta que o produziu. Por exemplo, sair de casa para encontrar com amigos é uma resposta que produz possíveis reforçadores como conversar, paquerar, divertir-se. Portanto, se ao sair com amigos a pessoa obtém reforçadores, ela tenderá sair novamente e assim entrará em contato com estes reforçadores. Quanto mais um indivíduo se comportar, maior é a probabilidade de ele obter reforçadores e se sentir bem. Assim como uma baixa freqüência de atividades leva a uma baixa taxa de reforçamento e a pessoa possivelmente se sentirá deprimida. Note que os sentimentos – sentir-se bem ou sentir-se deprimido – são produzidos pelas contingências de reforçamento. São, portanto, produtos e não causas.

No entanto, existem processos que reduzem o valor reforçador dos estímulos disponíveis e também condições de vida que limitam o acesso aos reforçadores aparecendo, então, os sintomas depressivos. Algumas destas condições ambientais que podem desencadear episódios depressivos são:

  • Mudanças drásticas nos esquemas de reforçamento: por exemplo, quando ocorre o fim de um relacionamento. A perda deste companheiro significa que já não há mais oportunidade de emissão de respostas que antes eram reforçadas, bem como reforçadores que eram acessíveis deixam de estar disponíveis. Ou então, no envelhecimento, quando as pessoas perdem habilidades que anteriormente eram usadas para obter reforçadores.
  • Viver em um ambiente excessivamente punitivo ou hostil: se quase toda resposta do indivíduo é punida, ele vai aprender a se comportar para fugir da punição, então, desenvolve-se um amplo repertório de fuga-esquiva, o qual compete com a emissão de resposta positivamente reforçada. Por exemplo, um garoto cujo pai proíbe sua ida a festas. O garoto aprende a fugir de apanhar ou de um castigo não indo a festas, mas também não entra em contato com fontes de reforçadores que a festa proporciona como atenção, diversão e afetos.
  • Excesso de experiências de imprevisibilidade e incontrolabilidade: se uma pessoa passa por uma história de impossibilidade de controle sobre a ocorrência de eventos aversivos ou de inacessibilidade a reforços positivos aprende a ser passiva, emite uma freqüência baixa de respostas e tem pouca sensibilidade ao reforço.

O tratamento comportamental da depressão é feito através de instalação, fortalecimento e manutenção de repertório de comportamentos que produza reforçamento positivo. É preciso identificar quais são os déficits comportamentais do indivíduo que o levam à falta de reforçadores e ajudá-lo a desenvolver o repertório adequado e variado para suprir esta ausência. Se o caso for grave, ou seja, se o sintomas levam o deprimido a não sair da cama, a não se relacionar socialmente, a não se alimentar de modo adequado, o processo terapêutico pode exigir intervenções mais complexas, tais como atendimento domiciliar, orientação sistemática para a família, contato contínuo com o cliente etc. então deve ser iniciado, além da terapia, um tratamento medicamentoso a partir de orientações de um psiquiatra.

A depressão pode ocorrer num organismo não intacto, ou seja, em pessoas com perturbações neurofisiológicas, problemas hepáticos, tumores, alterações endócrinas etc. Esta possibilidade deve ser considerada desde o início e recomenda-se uma avaliação médica antes de se atribui ao quadro depressivo uma determinação exclusivamente ambiental ou ligada à história de contingências da pessoa. O tratamento, em tais circunstâncias, deve envolver o trabalho integrado entre psicólogo e médico.

Fonte: http://www.terapiaporcontingencias.com.br

Autor: Ana Paula Gouveia Denipote

ITCR Campinas

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What will the Warrior-Guardian of the future look like?
May 19th, 2009 by cyclops

Excelente!!!

new-image

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Concept Video: Work
Apr 29th, 2009 by cyclops

What Is Safety?

Microsoft?

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Security, Psychology & usability’s blog ready for Iphone, Ipod & Android
Apr 26th, 2009 by cyclops

Blog customizado para Iphone, Ipod e Android… sugestões?

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Gripe Suína – O que você pode fazer? – Human Swine Influenza Investigation – Things You Can Do!
Apr 26th, 2009 by cyclops

Medidas e recomendações do Ministério da Saúde do Brasil

Informações gerais

O Ministério da Saúde informa que não há evidencias da circulação do vírus da influenza suína no Brasil, nem em humanos, nem em animais. O país conta com uma rede de  vigilância para monitorar a circulação das cepas de vírus respiratórios, além de um plano de
preparação para o enfrentamento de uma possível pandemia de influenza.
O país possui 19 Centros de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em  Saúde (Rede CIEVS) em atividade para apoiar os serviços de vigilância em saúde e unidades de atenção no enfrentamento de emergências em Saúde Publica.
Os aeroportos e portos intensificaram a vigilância de casos suspeitos e a orientação aos viajantes procedentes ou com destino às áreas afetadas.
As vacinas atualmente disponíveis não oferecem proteção contra infecção deste vírus, portanto, até o momento. Não há indicação de uso da vacina contra influenza como medida de prevenção e controle para este evento.
Todas as Secretarias Estaduais de Saúde foram acionadas para intensificar o processo de monitoramento e detecção oportuna de casos suspeitos de doenças respiratórias agudas, a partir da rede de vigilância de influenza e de laboratórios.   Não há risco de adoecer devido a ingestão de carne suína e derivados.
Atualizações sobre a presente ocorrência serão divulgadas periodicamente no site da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e da ANVISA.

Recomendações:

a)  Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas no México e EUA:

  • Evitar locais com aglomeração de pessoas.
  • Evitar o contato direto com pessoas doentes.
  • Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
  • Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
  • Cobrir o nariz e a boca com um lenço quando tossir ou espirrar.
  • Lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir
  • ou espirrar.
  • •Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato
  • com doentes e viagens (deslocamento).
  • •Não usar medicamentos sem orientação médica.

b)  Aos viajantes que procedem das áreas afetadas no México e EUA:
Viajantes procedentes, nos últimos 10 dias, do México ou das áreas afetadas dos
Estados Unidos da América e que apresentem o seguinte quadro clínico: febre alta repentina,
superior a 39ºC, acompanhada de tosse e/ou dores de cabeça, musculares e nas articulações,
devem:

  • Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima.
  • Informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.

c)  Aos serviços de saúde:

  • Este evento é considerado uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional (2005).
  • Uma vez atendida a definição de caso encaminhar para o hospital de referência (veja link abaixo) para manejo clínico e coleta de amostra, conforme estabelecido no “Plano de preparação para enfrentamento da pandemia”.
  • Notificar imediatamente os casos suspeitos (conforme Portaria SVS/MS – No.05/2006) à Secretaria de Saúde Municipal e/ou Estadual ou pelo e-mail: notifica@saude.gov.br ou site da Secretaria de Vigilância em Saúde.
  • Realizar busca ativa de contatos dos casos que atendem a definição de casos
  • Intensificar as ações de vigilância conforme preconizado no “Plano de preparação
    para enfrentamento da pandemia” (veja link abaixo). De acordo com a OMS, o nível
    de alerta está mantido na fase 3.

d)  Aos portos, aeroportos e fronteiras (PAF):

  • Recomendações adicionais para portos, aeroportos e fronteiras estão disponíveis no
  • site da ANVISA (Ver link abaixo)

Outras informações:

  • OMS: www.who.int
  • CDC: www.cdc.gov
  • MEXICO: www.salud.gob.mx
  • • BRASIL:
  • Ministério da Saúde: www.saude.gov.br
  • Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS): www.saude.gov.br/svs
  • Plano de Preparação para o Enfrentamento da pandemia de influenza: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=27999
  • Anvisa: www.anvisa.gov.br/viajante
  • Ministério da Agricultura: www.agricultura.gov.br

Fonte: http://portal.saude.gov.br

Human Swine Influenza Investigation – Things You Can Do!

April 25, 2009 19:30 EDT – http://www.cdc.gov/swineflu/investigation.htm

Human cases of swine influenza A (H1N1) virus infection have been identified in the U.S. in San Diego County and Imperial County, California as well as in San Antonio, Texas. Internationally, human cases of swine influenza A (H1N1) virus infection have been identified in Mexico.

U.S. Human Cases of Swine Flu Infection
State # of laboratory
confirmed cases
California 7 cases
Texas 2 cases
Kansas 2 cases
TOTAL COUNT 11 cases
International Human Cases of Swine Flu Infection
See: World Health OrganizationExternal Web Site Policy.
As of April 25th, 2009 7:30 p.m. EDT

Investigations are ongoing to determine the source of the infection and whether additional people have been infected with similar swine influenza viruses.

CDC is working very closely with state and local officials in California, Texas, as well as with health officials in Mexico, Canada and the World Health Organization. On April 24th, CDC deployed 7 epidemiologists to San Diego County, California and Imperial County, California and 1 senior medical officer to Texas to provide guidance and technical support for the ongoing epidemiologic field investigations. CDC has also deployed to Mexico 1 medical officer and 1 senior expert who are part of a global team that is responding to the outbreak of respiratory illnesses in Mexico.

Influenza is thought to spread mainly person-to-person through coughing or sneezing of infected people. There are many things you can to do preventing getting and spreading influenza:

There are everyday actions people can take to stay healthy.

  • Cover your nose and mouth with a tissue when you cough or sneeze. Throw the tissue in the trash after you use it.
  • Wash your hands often with soap and water, especially after you cough or sneeze. Alcohol-based hands cleaners are also effective.
  • Avoid touching your eyes, nose or mouth. Germs spread that way.

Try to avoid close contact with sick people.

  • Influenza is thought to spread mainly person-to-person through coughing or sneezing of infected people.
  • If you get sick, CDC recommends that you stay home from work or school and limit contact with others to keep from infecting them.

The single best way to prevent seasonal flu is to get vaccinated each year, but good health habits like covering your cough and washing your hands often can help stop the spread of germs and prevent respiratory illnesses like the flu. There also are flu antiviral drugs that can be used to treat and prevent the flu.

1Avoid close contact.

Avoid close contact with people who are sick. When you are sick, keep your distance from others to protect them from getting sick too.

2Stay home when you are sick.

If possible, stay home from work, school, and errands when you are sick. You will help prevent others from catching your illness.

3Cover your mouth and nose.

Cover your mouth and nose with a tissue when coughing or sneezing. It may prevent those around you from getting sick.

4Clean your hands.

Washing your hands often will help protect you from germs.

5Avoid touching your eyes, nose or mouth.

Germs are often spread when a person touches something that is contaminated with germs and then touches his or her eyes, nose, or mouth.

6Practice other good health habits.

Get plenty of sleep, be physically active, manage your stress, drink plenty of fluids, and eat nutritious food.

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Security Guidance for Critical Areas of Focus in Cloud Computing
Apr 24th, 2009 by cyclops

Fresco e excelente e material para ser utilizado como guia para auxiliar o desenvolvimento seguro de soluções em Cloud Computing.

Desenvolvido pelo Cloud Security Alliance

Baixe o Guia - csaguide


Source: http://www.cloudsecurityalliance.org/guidance/csaguide.pdf

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Government’s approach to network security
Apr 24th, 2009 by cyclops

At RSA in San Francisco, Lt. General Keith Alexander talks about how the NSA is working on methods to secure online networks. He outlines two strategies: working with other nations to create an early warning system, and offering strong technical support within the NSA.

Source: http://blogs.zdnet.com/BTL/?p=16887

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Software Improves P2P Privacy By Hiding In The Crowd
Apr 22nd, 2009 by cyclops

Pesquisadores da McCormick School of Engineering and Applied Science at Northwestern University descobriram um novo meio para explorar à privacidade de usuários que utilizam sistemas de Peer-to-Peer (P2P). Ao analisarem o protocolo/tráfego (eavesdropper) é possível classificar grupo de usuários que possuem características de comportamento semelhantes.
Os próprios pesquisadores desenvolveram um plugin, SwarmScreen, para que os usuários possam controlar o impacto.

“This was particularly surprising because BitTorrent is designed to establish connections at random, so there is no a priori reason for such strong communities to exist,” Bustamante says. After identifying this community behavior, the researchers showed that an eavesdropper could classify users into specific communities using a relatively small number of observation points. Indeed, a savvy attacker can correctly extract communities more than 85 percent of the time by observing only 0.01 percent of the total users. Worse yet, this information could be used to launch a “guilt-by-association” attack, where an attacker need only determine the downloading behavior of one user in the community to convincingly argue that all users in the communities are doing the same.

Fonte: http://www.mccormick.northwestern.edu/news/articles/492

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O que está errado com a vida cotidiana no mundo Ocidental?
Apr 18th, 2009 by cyclops

B. F. SKINNER

“Existem muitas coisas erradas com o mundo hoje, mas elas não perturbam a todos. Superpopulação, esgotamento e poluição do meio ambiente, e até mesmo a possibilidade de uma guerra nuclear são freqüentemente desconsiderados como sendo assuntos de um futuro razoavelmente distante. Pobreza, doença e violência são problemas atuais, mas não para todos. Muitos daqueles que vivem nas democracias ocidentais desfrutam de um grau razoável de fartura, liberdade e segurança. Mas eles têm o seu próprio problema. Apesar de seus privilégios, muitos estão aborrecidos, inquietos ou deprimidos. Não estão desfrutando suas vidas. Não gostam daquilo que fazem; não fazem aquilo que gostam. Numa palavra, estão infelizes. Esse não é o mais sério problema no mundo, mas se poderia dizer que é premente. Algo semelhante ao estilo de vida atual no Ocidente é aquilo que a maioria das pessoas almeja desfrutar após ter resolvido seus outros problemas.

Não existiria alguma coisa mais promissora para o futuro da espécie?….”

Vale leitura completa (download): o que está errado com a vida cotidiana do Ocidente?

Fonte: Instituto de Análise Aplicada de Comportamento - http://www.iaac.com.br/

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ORGANIZATIONAL BEHAVIOR MANAGEMENT (OBM)
Apr 15th, 2009 by cyclops

DRAFT – ORGANIZATIONAL BEHAVIOR MANAGEMENT (OBM):

UMA BREVE INTRODUÇÃO

Bruno Costa

PUC-SP

Para se entender a importância do uso da análise do comportamento aplicada às organizações, é importante se atentar primeiramente ao seguinte problema histórico apontado por Skinner:

“Se a história da ciência fosse guiada, uma psicologia efetiva poderia finalmente desenvolver uma concepção central do comportamento humano a qual não seria apenas fundamentalmente “correta” no sentido de habilitar-nos a compreender o comportamento (…), mas poderia produzir técnicas poderosas que teriam importantes aplicações em todos os campos do interesse humano. Nenhuma teoria do comportamento tinha ainda se aproximado desse feito[1] (…). Em outras partes – no governo, economia, religião, educação e em todas as ciências naturais – teorias provincianas do comportamento humano têm se mantido a custo de teorias esfarrapadas as quais tem sido herdadas pela língua inglesa por intermédio de uma longa linhagem de filosofias ultrapassadas”.

(Skinner, 1972, p. 360)

Com isto, Skinner chama atenção para um problema existente, tanto entre os campos do conhecimento que se dedicam ao estudo ou manejo do comportamento humano de modo geral (política, economia, educação etc.), como dentro da própria Psicologia, que é justamente a falta de uma “concepção central do comportamento humano” a qual todos estes campos pudessem extrair um tipo de conhecimento sólido e necessário para a resolução dos mais diversos tipos de problemas enfrentados pela humanidade. Sem dúvidas, existe algo de errado quando diversos ramos do conhecimento que se debruçam sobre um mesmo fenômeno, tentam explicá-lo de maneiras tão diversas. Talvez, como já mencionado pelo próprio Skinner (2004), isso se deva ao fato da Psicologia ao longo de sua história ter se desenvolvido muito mais rapidamente como uma profissão, do que como uma ciência propriamente dita.

Não é de se espantar que o mundo organizacional venha sofrendo ao longo de sua história os mesmos problemas de todos estes outros campos já mencionados. Questões nas quais uma verdadeira ciência do comportamento seria de grande valia – como no treinamento e otimização de aprendizagem, no planejamento do ambiente organizacional, esquemas de remuneração, gestão de pessoas, liderança, motivação etc. – têm estado a cargo, ou de teorias sujeitas à moda, ou do produto da experiência pessoal de profissionais (muitas vezes engenheiros, administradores etc.) que tem lidado com problemas comportamentais rotineiros de maneira praticamente inconsciente.

É claro que não se pode dizer que eles não venham sendo bem sucedidos. Seria um grave erro negligenciar toda a produção de conhecimento já existente tanto na área de Administração de Empresas como na própria Psicologia tradicional. Mas o fato é que uma ciência do comportamento efetiva poderia produzir resultados ainda mais promissores. A questão que se coloca, portanto, não é sobre eficiência, mas sobre eficácia. Como já mencionado por Skinner:

“Um enfoque científico do homem oferece possibilidades emocionantes. Não vimos ainda o que o homem pode fazer consigo mesmo”.

(Skinner, 1971, p. 168)

A partir destas considerações, torna-se mais fácil entender as implicações do surgimento de um movimento iniciado por volta do começo da década de 70, e que hoje é conhecido como Organizational Behavior Management (OBM) (Pounds & Risk, n.d.). Este campo se diferencia da Psicologia Industrial, da Psicologia Organizacional tradicional e das tentativas provenientes de outras áreas do conhecimento para lidar com o comportamento, por se tratar de um movimento específico que tem como principal finalidade a aplicação dos princípios da Análise do Comportamento às organizações.

O OBMer, ou o analista de comportamento que trabalha nas organizações, poderá envolver-se com o aprimoramento/manutenção de qualquer aspecto do comportamento individual e/ou organizacional. O que pode ser ilustrado pelas palavras de Gleen & Malott:

“Os analistas de comportamento trabalhando no campo de behavior management devem expandir as atividades tradicionais de um analista do comportamento porque seu objeto de estudo é o comportamento organizacional. Deixando claro que, “comportamento organizacional” significa ambos, o comportamento dos indivíduos na organização e o comportamento das organizações como unidades funcionais em si. O que deve ser gerenciado é a relação entre o comportamento dos indivíduos dentro da organização e o comportamento da organização como um todo”.

(Gleen & Malott, 2004, p.90)

Ele deve, portanto, trabalhar diretamente na resolução do problema ou indiretamente, através do treinamento dos profissionais que precisam lidar com uma determinada questão, em áreas que envolvam a modificação e/ou manutenção de comportamentos como: gestão de pessoas; aprimoramento de desempenho (individual ou de grupos); problemas comportamentais específicos como déficit motivacional e relações interpessoais; desenvolvimento de sistemas de mensuração etc.; ou mesmo no que é denominado de análise de sistemas, que envolve questões de ordem mais macro do que as anteriores (algo mais próximo do design de culturas), como no aumento da eficiência com que o trabalho é realizado na organização (por exemplo, alterando certos esquemas de reforçamento), no planejamento dos tipos de atividades a serem executadas pelos indivíduos, assistência aos níveis mais altos da organização com o objetivo de traçar metas comportamentais mensuráveis e mais produtivas etc.

De acordo com McSween & Pounds (n.d.), um dos grandes problemas encontrados na prática é fazer com que os gestores entendam a diferença entre tentar mudar a personalidade de alguém e tentar mudar seus comportamentos. Segundo os autores, uma das principais contribuições da Análise do Comportamento para o campo das organizações é a possibilidade de descrever comportamentos em termos objetivos. Uma vez que a noção de comportamento, enquanto a interação do organismo com o ambiente dela derivada, ao evidenciar o papel do ambiente na determinação da conduta, substitui o papel de explicações mentalistas que obstruem o desenvolvimento de possíveis práticas organizacionais mais efetivas. Isto implica que, diferentemente de supostas características intrapsíquicas como personalidade, idéias etc., as variáveis ambientais responsáveis por uma determinada conduta podem ser de fato, identificadas e manipuladas.

No entanto, segundo McSween & Pounds (n.d.), simplesmente conhecer e entender a noção de comportamento e outros princípios da análise do comportamento não é suficiente. A chave do sucesso encontra-se em sua aplicação. Então, como se daria a aplicação dos princípios da análise do comportamento às organizações? Qual seria o procedimento mais comumente utilizado? Pode-se dizer que de maneira geral, a prática de um OBMer é composta das seguintes etapas:

  1. Identificar a missão (do trabalho, departamento e/ou organização).
  2. Identificar os pontos chaves: que consistem no alvo da intervenção, podendo ser resultados ou comportamentos a serem mantidos ou modificados (individuais ou de grupos).
  3. Desenvolver um sistema de mensuração: este é o procedimento diferencial da OBM. A mensuração dos pontos chaves deve ser feita antes, durante e depois da implementação das intervenções. Tanto para verificar se a intervenção teve algum efeito nos comportamentos e resultados como para a identificação de quais variáveis manipuladas foram realmente responsáveis pelas mudanças.
  4. Diagnosticar o problema: significa fazer análises funcionais exaustivas. O quanto elas serão consideradas apropriadas dependerá dos resultados das mensurações.
  5. Desenvolver, comunicar e implementar a solução: o que sempre dependerá de cada caso particular.
  6. Avaliar os resultados: através da comparação dos dados mensurados pré e pós-intervenção.

Independentemente de todas estas possíveis etapas, faz-se importante ressaltar o valor da implementação do uso do reforçamento positivo e de feedbacks imediatos à execução das tarefas, como aspectos primordiais e indispensáveis para o estabelecimento de relações interpessoais saudáveis e produtivas entre os membros de uma organização, sejam eles chefes ou empregados. Pois, de acordo com Skinner:

O que está emergindo neste estágio crítico da evolução da sociedade é uma tecnologia comportamental e cultural baseada só no reforçamento positivo[2]. Estamos gradativamente descobrindo – a um custo indizível de sofrimento humano – que, a longo prazo, a punição não reduz a probabilidade de ocorrência de um ato. Estivemos tão preocupados com o contrário, que sempre entendemos “força” como significado de punição. Não dizemos que estamos usando força quando mandamos um carregamento de comida a uma país na miséria, se bem que estejamos exibindo absolutamente tanto poder quanto se estivéssemos mandando tropas e armas”.

(Skinner,1948, p. 257)

Vale a pena esclarecer que o uso de reforçamento positivo nas organizações não se limita apenas ao pagamento de bons salários (nos casos em que estes possam realmente ser considerados reforçadores). Como afirmado por Skinner:

“Hoje reconhece-se em geral que é muito raro o empregado que trabalha “só por dinheiro”. O empregador que conta exclusivamente com o controle econômico despreza o fato de que o trabalhador médio é reforçado de outras maneiras. (…) Gosta do seu trabalho no sentido de que é reforçado por ir trabalhar – não apenas por um esquema de remuneração eficiente, mas pelas condições sob as quais trabalha, por seus colegas de trabalho, etc. E não gosta do emprego na medida em que este tenha propriedades aversivas”.

(Skinner, 1953, p. 424-425)

Estas considerações se fazem importantes, uma vez que, de acordo com Dejours (1992), as condições de trabalho constituem uma variável determinante na saúde do trabalhador, tanto do ponto de vista físico, como comportamental. Como apontado pelo autor, a história do mundo do trabalho já demonstrou quão desastrosos podem ser os efeitos sob a saúde e a qualidade de vida do trabalhador quando as contingências são organizadas levando-se em consideração apenas os níveis de produtividade. Problemas de coluna, amputações, déficits auditivos e visuais, “ansiedade”, insônia, “depressão” poderiam facilmente ser considerados produtos decorrentes desta prática. Em todo o caso, a longo prazo ambos os lados envolvidos nesta relação de alguma maneira acabam perdendo. O empregador sofrendo os frutos do contra-controle proveniente de sua prática coercitiva e o empregado sofrendo diretamente os efeitos das contingências de trabalho sobre sua saúde.  Desta forma, faz-se fundamental atentar para a necessidade real do estabelecimento de um planejamento adequado das contingências organizacionais, que levem em consideração tanto as demandas por resultados e produtividade do contratante, quanto o bem estar físico e comportamental do contratado.

Mas se o mundo do trabalho realmente se beneficiaria tanto com a aplicação dos princípios da Análise do Comportamento – o empregador pelo aumento e otimização do lucro e da produção e o empregado devido aos efeitos de se trabalhar em um ambiente organizacional planejado à base de reforçamento positivo e do uso de esquemas de reforçamento amenos – e se nós já possuímos as ferramentas necessárias para darmos nossa contribuição, então porque nossos telefones não estão tocando sem parar? Segundo Braksick (n.d.), a resposta é simples: a autora não acredita que eles sabem da nossa existência. Segundo ela, nós precisamos buscar maneiras de adaptar nossa linguagem de maneira a tornar nosso conhecimento e pontos de vista mais acessíveis às pessoas envolvidas com o mundo organizacional. Mas sem que para isso precisemos nos descaracterizar a ponto de perder os benefícios de uma linguagem em grande medida, livre de constructos mentalistas e rigorosa do ponto de vista conceitual. Nas palavras de Skinner:

“Infelizmente, fora do grupo de especialistas, muito pouco se conhece acerca dessa análise. Seus investigadores mais ativos, e há centenas deles, raramente fazem qualquer esforço para explicar seus resultados àqueles que não são especialistas. Em conseqüência disso, poucas pessoas são familiarizadas com os fundamentos científicos do que, a meu ver, é a mais convincente exposição do ponto de vista behaviorista”.

(Skinner, 1974, p.10)

Referências:

Dejours, C. (1992). A Loucura do Trabalho. São Paulo: Editora Cortez.

Glenn, S.S. & Malott, M. E. (2004). Complexity and Selection: Implication for Organization Change. Behavior and Social Issues, 13, 89-106.

Skinner, B.F. (1948). Walden II. São Paulo: Editora E.P.U.

Skinner, B.F. (1953). Ciência e Comportamento Humano. São Paulo: Editora Martins Fontes.

Skinner, B.F. (1971). O Mito da Liberdade. São Paulo. Editora: Bloch.

Skinner, B.F. (1972). Cumulative Record. Massachusetts: Copley Publishing Group pp. 360. Publicação original Psychological Review (1945), 52, 270-277.

Skinner, B.F. (1974). Sobre o Behaviorismo. São Paulo: Editora Cultrix.

Yorubá Audiovisual (produtora), Soares, T. S. & Freires (diretores) (2004). B.F. Skinner [DVD]. (www.abpmc.org).


[1] Itálico acrescentado.

[2] Itálicos acrescentados.

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Psicologia do Esporte (PESP)
Apr 13th, 2009 by cyclops

“Pode-se dizer que a aproximação entre a análise do comportamento e o esporte pode ter sido facilitada por alguns fatores relacionados à semelhanças tanto na mensuração como na manipulação de comportamentos. Como se a folha de registro do analista do comportamento estivesse para o scout utilizado pelo técnico para avaliar o desempenho de seus atletas.”
Cillo, 2002

Título: Psicologia do Esporte

Autor: Alexandre J. Bernardo
Mestrando em Psicologia Experimental: Ánalise do Comportamento (PUC/SP)
Psicólogo & Bacharel em Psicologia (UFJF)
Professor do Curso de Psicologia & Gestão Comercial (UNILAVRAS)
Psicólogo – Recursos Humanos – UNILAVRAS
Consultor em Psicologia Esportiva – Cooperativa do Fitness

PUC-SP – História da Análise do Comportamento

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Lugar da Conquista: Procedimentos de Reforçamento por Fichas em um Ambiente de Reabilitação Estilo Residencial para Garotos Pré-delinqüentes.
Apr 6th, 2009 by cyclops

Trabalho produzido em 1968 e que mostra preocupação desde então com alternativas para os sistemas reformatórios de jovens deliqüentes. Alternativa que mostrou-se pelos experimentos realizados como uma forma produtiva de comportamentos adequados.

Comportamentos que sejam reforçados tendem a mostrar-se mais prováveis de acontecerem no futuro. Algumas críticas são colocadas pelos apresentadores do trabalho na condução dos experimentos. Já é possível encontrar versões mais atualizadas desse sistema já no Brasil empregado com outras populações.

Título: Lugar da Conquista: Procedimentos de Reforçamento por Fichas em um Ambiente de Reabilitação Estilo Residencial para Garotos Pré-delinqüentes.

Autores: Francisco Gustavo de Sousa e Luiz Antonio Bernardes

PUC-SP – Programa de Mestrado em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento

Artigo: Phillips, E. L. (1968). Achievement place: token reinforcement procedures in a home-style rehabilitation setting for “pre-delinquent” boys. Journal of Applied Behavior Analysis. 1, 213-223.(download – phillips.pdf)

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Efeitos do reforçamento social contingente e não-contigente no brincar cooperativo de uma criança pré-escolar
Mar 30th, 2009 by cyclops

Mais um trabalho que apresenta o poder do reforçamento para modificação no comportamento de uma criança. Nesse caso, reforço social! Quem não gosta de um reforço social? O quanto ele pode ser útil para a conscientização em segurança?

Título: Efeitos do reforçamento social contingente e não-contigente no brincar cooperativo de uma criança pré-escolar

Autor: Felipe Maciel dos Santos Souza

PUC-SP

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O Comportamento Grooming do chimpanzé como reforçador
Mar 25th, 2009 by cyclops

Trabalho apresentado pelo estudante Felipe Maciel no mestrado de Psicologia – Análise do Comportamento. O Estudo segue o mesmo encadeamento da apresentação anterior de Madsen, C. H., Becker, W. C., & Thomas, D. R., e demonstra o poder efetivo do reforçamento positivo para modelagem do comportamento, bem como desperta discussões sobre a modelagem de comportamentos diferenciais que podem facilitar comportamentos de insight para resolução de problemas críticos em nosso dia-a-dia.

Título: O Comportamento Grooming do chimpanzé como reforçador

Autor: Felipe Maciel dos Santos Souza

PUC-SP


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“Employee See Employee Do” – Children See Children Do
Mar 19th, 2009 by cyclops

“Não é difícil observarmos a evolução da nossa espécie operando no ambiente como operávamos, inclusive com os mesmos erros ou acertos que cometemos no passado.”

NAPCAN’s multi-award winning advertisement has been produced in a PG version.

Children See Children Do

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Regras, elogios e ignorar: elementos para um controle efetivo da classe (e outros)
Mar 18th, 2009 by cyclops

Nesse artigo, Madsen, C. H., Becker, W. C., & Thomas, D. R., podemos acompanhar  uma série de estudos que fazem o uso da contribuição dos princípios da análise do comportamento na vida diária, em especial na educação. A pesquisa é parte de uma série de estudos que objetivaram demonstrar o que o professor poderia fazer para controlar mais efetivamente a classe por meio da aprendizagem daqueles princípios.

Frente as discussões, os autores ressaltam que “Mostrar aprovação para Comportamentos Apropriados é provavelmente a chave para o efetivo controle da sala e comportamento”.

Resultados x Segurança: Para aqueles que trabalham com segurança da informação, seria esse o caminho adequado para o condicionamento de um processo de conscientização em Segurança aos usuários ? Será que os controles, processos punitivos ou regras, geralmente parte integrante em todas as Organizações, levam aos mesmos resultados apresentados pelos pesquisadores, ou seja, são variáveis independentes que aumentam o comportamento inapropriado?

Título: Regras, elogios e ignorar: elementos para um controle efetivo da classe

Autores: Ana Carolina Guerios Felício e Nelson Novaes Neto

PUC-SP


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Unveiling the “Sixth Sense,” game-changing wearable tech
Mar 13th, 2009 by cyclops

I´ll google you or hacked you!

Perfect video to view today! Friday the 13th

This demo — from Pattie Maes’ lab at MIT, spearheaded by Pranav Mistry — was the buzz of TED. It’s a wearable device with a projector that paves the way for profound interaction with our environment. Imagine “Minority Report” and then some.

From: www.ted.com

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Reflexão Psicológica
Mar 11th, 2009 by cyclops

A opção é clara: ou não fazemos nada e admitimos que um futuro miserável, e provavelmente catastrófico, nos surpreenda, ou empregamos o nosso conhecimento sobre o comportamento humano para criar um ambiente social onde levaremos vidas produtivas e criativas, sem com isso comprometer as possibilidades daqueles que nos seguirão, para que eles possam fazer o mesmo. B. F. SKINNER”

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Análise do Comportamento na Internet – Internet Interventions x Security
Mar 10th, 2009 by cyclops

Artigo em desenvolvimento no  Mestrado em Psicologia em Análise do Comportamento, História da Prática da Análise do Comportamento

Título: Análise do Comportamento na Internet

Autores: Nelson Novaes Neto

PUC-SP,  2008.

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Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

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Ou leia abaixo:

Boa Leitura!

Análise do Comportamento Humano na Internet – Draft 1.0

Nelson Novaes Neto

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

A Internet está rapidamente evoluindo e potencializando a sua capilaridade por meio de produtos e serviços que trazem benefícios acadêmicos, científicos, profissionais e pessoais por todo o globo. A Internet, conglomerado de redes em escala mundial de bilhões de computadores interligados, pode influenciar significativamente o comportamento humano e servir como meio de intervenção para modificação do comportamento, bem como o seu desenvolvimento pode ser influenciado pela ciência da análise do comportamento humano que pode proporcionar uma melhor experiência de vida aos usuários on-line e resultar em avanços tecnológicos. Este artigo traz comentários sobre a relação da análise do comportamento humano e a Internet, discutindo a evolução tecnológica para a realização de intervenção on-line e uma discussão de como a análise do comportamento pode colaborar para o desenvolvimento da Internet. Por mais que as intervenções via Internet provavelmente não substituirão o tratamento pessoal e tradicional, existem poucas dúvidas de que vai crescer em importância como um poderoso elemento de sucesso para tratamentos e modificação do comportamento humano e online.

DESCRIÇÃO: Internet, World Wide Web, análise do comportamento, computadores, tecnologia, comunicação, segurança, ciber-psicologia.


De acordo com (Plaud, 1996) a Internet pode influenciar positivamente a análise do comportamento com três grandes contribuições: (a) troca de informação e comunicação entre analistas do comportamento por servidores de lista de discussão, (b) disseminação de dados empíricos e comentário em blogs e servidores de informação, e (c) promoção de programas e serviços em análise do comportamento. Contudo, com o significante avanço tecnológico nos últimos 12 anos, a Internet atingiu no ano de 2008 mais de 1.4 bilhões (Nielsen//NetRatings, 2008) de pessoas conectadas pelo globo, sendo que no território brasileiro a Internet é utilizada por mais de 58% milhões de usuários e 48% da população brasileira utiliza a Internet em locais públicos e lan houses (Datafolha, 2008). Sendo assim, além dos benefícios da comunicação e troca de informações em tempo real, a Internet provê a oportunidade tecnológica para que os cientistas do comportamento possam superar e endereçar os problemas do mundo real (Plaud, 1996). E a prestação dos cuidados da saúde através da Internet evolui rapidamente e pode produzir potencialmente meios benéficos para complementar e produzir outros tratamentos que podem ser afetados devido as limitações econômicas, socioculturais e geográficas. As pessoas também usam as informações encontradas na Internet para tornar-se mais informadas (Pew Research Center, 2002) e usam os serviços para interagir com o mundo e usufruir dos benefícios e facilidade do mundo online.

Na atualidade os psicólogos necessitam entender e aceitar que a tecnologia está modificando o mundo (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003), e precisamos que a ciência da análise do comportamento humano seja parte integrante no desenvolvimento dos sistemas da Internet, uma vez que possamos ser influenciados e podemos influenciar o mundo online, pois o comportamento humano é produto de contingências de reforçamento responsáveis pelos repertórios adquiridos por seus membros, incluindo as contingências especiais mantidas por um ambiente cultural evoluído, em que o processo de seleção por conseqüências presumidamente se inicia no nível do indivíduo, e a melhor maneira de se produzir algo é que esse seja reforçado por suas próprias conseqüências. Também é necessário estudar se a cultura online e o uso dos serviços online de comunidade social evoluem com práticas que contribuem para o sucesso de um grupo praticante em solucionar seus problemas, que se é o efeito do grupo e não as conseqüências reforçadoras para seus membros, o responsável pela evolução da cultura e possíveis influências no mundo online.


O uso da Internet na busca de informações de saúde


Mais de 100.000 sites sobre saúde foram construídos para fornecer informações básicas sobre vários problemas de comportamento (Kolata, 2000). Um grande número de pessoas reportou que as informações obtidas por esses sites afetaram as decisões relacionadas aos cuidados da saúde (Pew Research Center, 2002). A provisão de informação relacionada à saúde tem o potencial para mudar o mercado da saúde por propiciar consumidores mais bem informados. Embora investimentos importantes fossem feitos para fornecer informação de saúde na Internet, poucas pesquisas foram conduzidas quanto à eficácia da informação nos sites. No entanto, embora esta relação paciente e sites de saúde possam ser muito úteis, o objetivo é desenvolver pesquisas e disponibilizar personalizadamente tratamentos empiricamente validados que possam ser rapidamente e facilmente distribuído e consultado via Internet (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003).


Intervenções Online


Geralmente, nos estudos apresentados na Tabela 1 (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003), as intervenções via Internet podem ser praticáveis e eficientes. Estes estudos também demonstram que um tratamento comportamental pode ser operacionalizado, transformado, e pode ser aplicado via Internet. Para testar a eficácia, a maioria destes estudos usou alguma forma de grupo de controle sem tratamento, antes que um tratamento presencial identificasse o comportamento desviante. Esta decisão faz sentido dado que o primeiro passo é verificar que a aplicabilidade desta forma de intervenção é identifica por alguns resultados esperados antes que a análise seja submetida para um tratamento clínico presencial e tradicional. No entanto, não é o objetivo dos estudos provar que a intervenção via Internet é mais eficiente do que o tratamento tradicional e altamente eficientes. Mas, sim, identificar alguns benefícios equivalentes e avaliar os resultados obtidos. Entre algumas das vantagens da intervenção via Internet, especialmente a acessibilidade, pode-se acreditar que algumas pessoas não teriam o tratamento se não fosse via Internet.

As intervenções via Internet trazem uma oportunidade para que os psicólogos forneçam tratamentos comportamentais específicos e a indivíduos que preferem ou necessitam procurar ajuda de suas próprias casas ou centros comunitários com acesso à Internet. Por exemplo, o governo da Bulgária está patrocinando uma pesquisa com o objetivo de revelar a expectativa de clientes dos que procuram ajuda psicológica e também as reais possibilidades e limitações no trabalho com os clientes via Internet: e-mail, vídeo-conferência, rede de discursos etc. (Vasileva L.B.; Jordanova M.M. and Rasheva M.R., 2005). Outro estudo de intervenção via Internet (Matthew Porritt, Andrew Burt, & Alan Poling., 2006) fez o uso de um esquema múltiplo de linha de base de grupos para avaliar os efeitos da intervenção via Internet, que era bem-sucedido em aumentar o número de palavras escritas por escritores de ficção. Em outro estudo (Dallery, J & Glenn, I.M., 2005) é proposto que um programa de reforçamento de voucher na Internet é um método praticável para promover abstinência de fumar cigarro. No Brasil, o Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP fornece serviços de orientação psicológica via e-mail, especialmente dirigida às pessoas que apresentam dificuldades derivadas do uso da informática em seu cotidiano.

As intervenções via Internet podem ajudar a reduzir muitas das barreiras tradicionais, incluindo indisponibilidade de profissionais habilidosos, tempo de atraso para disseminação da informação, cumprimento de tratamento, custos e inconveniência de tratamento. Com o uso da Internet, profissionais ou pacientes podem reunir e trocar informações em tempo real sempre que necessário, e os tratamentos podem ser apresentados em grande detalhe pelo uso dos registros como por meio de sistemas visuais, e vídeos animados para aumentar o entendimento de um comportamento desviante. Os pacientes podem acessar a informação dentro da sua evolução e melhor usá-la para aumentar a eficácia do tratamento.

Finalmente, este modo de liberdade de tratamento pode ser muito influenciado pela vontade do paciente em participar e seguir as recomendações. Mas mesmo que intervenções via Internet possam ajudar a superam muitas barreiras, algumas decisões críticas ainda necessitam ser endereçadas e resolvidas, incluindo problemas de auto-avaliação e diagnóstico, disseminação de informação, motivação, estabelecimento de um modelo financeiro, segurança e conformidade. Há conseqüências potencialmente significativas para pacientes que fazem as próprias análises e criam seus próprios diagnósticos, incluindo diagnósticos incorretos e a seleção incorreta de tratamento. As intervenções via Internet não substituem o tratamento tradicional, mas um meio para fornecer uma alternativa para indivíduos que contrariamente escolham não receber tratamento, por exemplo, por causa de timidez, falta de acessibilidade, falta de tratamento adequado disponível e problemas financeiros. Dessa forma, a tecnologia está disponível e estes estudos representam os esforços pioneiros no desenvolvimento para a entrega de tratamentos psicológicos que possam colaborar frente as dificuldade e aprimoramento dos meios tradicionais. Sendo que muitas destas intervenções não tiraram proveito das plenas capacidades que a Internet oferece atualmente, como sistemas de telepresença que, combinam sistemas de áudio e vídeo sofisticados de alta definição e elementos interativos para proporcionar uma experiência sem precedentes de presença física através da rede.


Tabela 1. Intervenções via Internet testadas empiricamente.

Estudo

Comportamento alvo / Sintomas

Sujeitos (N)

Delineamento

Resultados

Schneider, Walter, & O’Donnell, 1990

Cessar de fumar

1.158 adultos

Intervenções via internet com fumantes diários vs. contorno de estratégias comportamentais

As tendências maiores de cessar em 1, 3, e 6 meses para o grupo de Internet.

Winett et al., 1999

Melhorar o comportamento de saúde em meninas adolescentes

180 meninas de escola secundária

Intervenção via Internet em um semestre focados na redução de peso corporal, alimentação saudável e comportamento saudável, vs. classe normal de saúde de escola secundária com conteúdo semelhante.

O grupo de Internet teve melhoras significativas em muitos comportamentos relacionados à saúde.

Celio et al., 2000

Satisfação da imagem corporal e atitudes de comer

76 mulheres

Programa de psicologia educacional vs. mesmo conteúdo apresentado em uma classe vs. lista de espera controle.

O grupo de Internet teve perda no peso e interesses na forma física, e melhor atitude de comer após o tratamento. Fatores de risco para desordem em comer foram reduzidos em contínuos 4 meses.

Strom, Pettersson, & Andersson, 2000

Dores de cabeça

45 adultos

Intervenções via Internet focadas em processos de relaxamento e técnicas para resolução de problemas vs. lista de espera controle.

Após 6 semanas do programa o grupo de intervenção via Internet apresentou poucas dores de cabeça severas.

Winzelberg et al., 2000

Satisfação da imagem corporal

60 mulheres

Programa de psicologia educacional via Internet vs. condicionamento controle.

Depois de 8 semanas e com continuação de 3 mês, o grupo de Internet teve satisfação maior com o seu corpo e menos desejo para “magreza”.

Klein & Richards, 2001

Pânico

22 adultos

Intervenções via Internet contendo componentes de psicologia educacional e técnicas para redução do pânico vs. um grupo controle auto monitorado.

Sujeitos que participaram da intervenção via Internet tiveram redução dos sintomas relacionados ao pânico.

Lange, van de Ven,

Schrieken, &

Emmelkamp, 2001

Estresse pós-traumático e tristeza patológica

25 estudantes de faculdade

Intervenção via Internet utilizando 5 semanas de designação de escrita vs. lista de espera controle.

80% do grupo experimental apresentou melhoras significantes nos sintomas de trauma e psicopatologia generalizada após tratamento.

McKay, King, Eakin,

Seeley, &

Glasgow, 2001

Atividade física

78 pacientes com diabetes tipo 2

Intervenção de atividades físicas via Internet vs. lista de espera controle.

Ambos os grupos aumentaram os níveis de atividade, mas nenhuma significante diferença entre os dois grupos. O grupo da Internet utilizou mais o programa e fez o programa significantemente melhor.

Tate, Wing, &

Winett, 2001

Perda de peso

91 adultos

Programa de Intervenção via Internet para redução de peso com consultas via e-mail vs. educação sobre perda de peso e acesso à sites Web.

A terapia comportamental via Internet teve significante redução de peso entre a 3º e 6 ºmês.

McKay, Glasgow,

Feil, Boles, &

Barrera, 2002

Auto-gestão da diabetes

113 pacientes com diabetes tipo 2

Intervenção via Internet com um programa de dieta, saúde mental e direcionamentos psicológicos vs. apenas informação controle.

Ambos os grupos apresentaram melhorias, mas nenhuma mudança significativa entre os grupos.

Análise do Comportamento na Internet


Com o crescente uso da Internet podemos observar a operação de novos comportamentos que são influenciados pelas diversos estímulos e variáveis presentes na Internet, podendo considerar que milhões de variáveis afetam positivamente ou negativamente o comportamento dos usuários, seja na vida pessoal ou mesmo no condicionamento de comportamentos novos no mundo virtual, que muitas vezes podem ser diferentes dos comportamentos emitidos na via real. A influência de novos serviços impostos pelos agentes governamentais direciona para a necessidade e dependência de uma identidade virtual, que muitas vezes em outros serviços podem ser anônimas como em sistemas de relacionamento e comunidade. Essa exposição e dependência do relacionamento com o mundo virtual pode trazer a exposição de comportamentos encobertos de cada usuários e influenciar práticas que resultam na modificação comportamental na via pessoal e online, como por exemplo, comportamentos desviantes como a dependência da internet , perda de produtividade (YouGov, 2007) cyberbullying considerados pelas ameaças físicas e psicologias dentro do mundo virtual ou real, fraudes e crimes cibernéticos.

A ciência da análise do comportamento pode colaborar para a adequada condução e manipulação das variáveis nos sistemas online, para que padrões de segurança e análise do comportamento colaborem para o adequado comportamento social no mundo virtual, para a Internet não influence incorretamente no comportamento pessoal de cada individuo. Outra ajuda é o desenvolvimento e pesquisas de sistemas, que avaliam o comportamento dos usuários online e que podem colaborar para a segurança e evolução dos sistemas via Internet, fornecendo uma adequada manipulação das regras e variáveis para que tenhamos uma adequada relação entre a ciência do comportamento humano e os sistemas on-line, podendo agregar estudos sociais e comportamentais, maior rentabilidade para as instituições e uma melhor experiência de vida aos usuários.


Conclusão


A confidencialidade, ética, privacidade, legislação, sistemas seguros e padrões rígidos de segurança são fatores que devem ser preservados e alcançados adequadamente pelos profissionais e instituições quando fazemos o uso da Internet na intervenção clínica ou simplesmente temos o uso dos serviços online por parte dos usuários. Podemos observar que o futuro promete tecnologias cada vez melhores e aplicações para a psicologia e análise do comportamento humano. A cada dia emergem novas tecnologias e essas passam a fazer parte da vida e padrões da sociedade moderna, tecnologias que permitem que sistemas de inteligência artificial adéqüem os sistemas on-line por meio da análise comportamental de cada usuário (S. Brin, L. Page., 1998) e influenciam o comportamento pessoal ou social do grupo. Esses sistemas permitem que cada individuo tenha acesso rápido às informações e possam exercer uma vida diferenciada no mundo on-line, em que cada individuo pode reproduzir uma identidade e comportamentos influenciados pelas próprias conseqüências do mundo virtual ou real. E com o aumento da capilaridade dos sistemas online que é estimulado pelo surgimento de novas tecnologias de acesso, por exemplo, redes sem fio de alta velocidade, dispositivos móveis que passam a fazer parte da vida dos indivíduos, sistemas e a necessidade da inclusão digital imposta por padrões sociais, podemos descobrir fatores que caminham para a convergência entre alguns comportamentos reais e virtuais. O uso desses sistemas e da Internet podem colaborar positivamente para o desenvolvimento de pesquisas ou serviços que rastreiem o comportamento dos indivíduos em tempo real e sejam manipulados adequadamente por profissionais para um rápido processo de comportamentos seja recomendado, bem como pode auxiliar no desenvolvimento de pesquisas do comportamento humano, por exemplo, uma pesquisa realizada com mais de 9 milhões de usuários de um jogo online que teve como objetivo fornecer um modelo de simulação para o campo da epidemiologia aplicada, em que a inclusão acidental de um fenômeno de doença possibilitou o desenvolvimento de um laboratório para estudar doenças infecciosa e a sua relação com comportamento humano (Lofgren E, Fefferman NH., 2007).

Finalmente, a intervenção de tratamento clínicos adicionais necessitam ser operacionalizado e transformados adequadamente em intervenções via Internet para que tenhamos um consumo ainda maior e os resultados sejam empiricamente validados por estudos de pesquisas clínicos bem projetados. Há também a necessidade de pesquisas mais elaboradas para estudar a relação do ambiente online e o comportamento humano, bem como entender a capacidade da Internet em extrair mudanças comportamentais e avaliar se os vários elementos fornecidos via Internet e sistemas computadorizados melhorariam ou impediriam um resultado adequado para a segurança, comportamento e melhor utilização dos serviços cibernéticos.


Referências


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Dallery, J & Glenn, I.M. (2005) Effects of an Internet-based voucher reinforcement program for smoking abstinence: A feasibility study. Journal of Applied Behavior Analysis. 38, 349–357.

Datafolha (2008). Terceira edição do F/Radar. [WWW document]. URL http://datafolha.folha.uol.com.br.

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Klein, B., & Richards, J. C. (2001). A brief Internet-based treatment for panic disorder. Behavioural and Cognitive Psychotherapy, 29, 113–117.

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Lofgren E, Fefferman NH. (2007) The untapped potential of virtual game worlds to shed light on real world epidemics. The Lancet Infectious Diseases. 7: 625-629.

Matthew Porritt, Andrew Burt, & Alan Poling. (2006) Increasing fiction writers’ productivity through an internet-based intervention. Journal of Applied Behavior Analysis, 39, 393-397.

McKay, G. H., King, D., Eakin, E. G., Seeley, J. R., & Glasgow, R. E. (2001). The Diabetes Network Internet-based physical activity intervention. Diabetes Care, 24, 1328–1334.

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Certified Information Security Manager (CISM)
Mar 2nd, 2009 by cyclops

Congratulations! We are pleased to inform you that on 20 February 2009 the CISM Certification Board approved your application and awarded you the Certified Information Security Manager (CISM) designation.

Nnovaes´s absolut cism

Nnovaes´s absolut cism

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information security challenges x Behavior Analysis
Feb 18th, 2009 by cyclops

Human safety is an implicit factor that covers all society, organizations, cultures and individuals. With the “Big Ben” effect over technology, globalization, competitiveness increase and raise of social classes, we live in a world where security is inherent and is in constant evolution in day-to-day basis, for us, for the countries and for the organizations, as well as the concerns of ones that preserve planet safety. Every day we create and adapt ourselves to standards and security investments to keep up in a competitive world, or simply to maintain our lives and families away from criminality. The main challenge of those who work and seek out for a safer environment for societies or organizations is to determine how the systems, environments and behavior standards will be conditioned, in other words, to create an environment, systems, Internet, etc we need to involve people, usability, security and technology. The conception and development of a safe system involves understanding human behavior while perceiving, comprehending and acting over risks and threats that are all over the world we live.

Como desenvolver um sistema seguro?

O grande desafio daqueles que trabalham, usam e buscam um ambiente mais seguro está em determinar como os sistemas, ambientes e padrões do comportamento humano serão condicionados adequadamente no mundo virtual. Para criarmos um ambiente, sistemas, Internet, etc precisamos envolver tecnologia e pessoas. A concepção e o desenvolvimento de um sistema seguro envolve necessariamente o entendimento do comportamento humano de perceber, compreender e agir sobre os riscos e ameaças que envolvem nosso mundo. Precisamos agregar à tecnologia o entendimento do comportamento humano e conscientização em segurança para que tenhamos um ambiente adequado.

./Nelson Novaes Neto

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Sexta Feira 13 x Epoch Time(1234567890)
Feb 13th, 2009 by cyclops

Just Friday…..for one second……

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News: Citibank cancela e recolhe cartões de crédito no Brasil
Feb 11th, 2009 by cyclops

Após ocorrer o maior vazamento de dados da história – over 100 million cards being compromised, provavelmente a imposição do padrão PCI/DSS será muito maior do que foi até agora. É um caminho inevitável que devemos seguir.
http://www.techworld.com/security/news/index.cfm?newsid=109771&email

Resta saber se os cartões do Citibank estavam dentro desses 100M.

Segunda-feira, 09/02/2009

O Citibank cancelou e recolheu cartões de crédito no Brasil e em vários países do mundo. A medida foi tomada depois de uma invasão de hackers a dados sigilosos do banco americano.

Fonte:  http://video.globo.com

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O que devo fazer para proteger meus downloads de um ataque aéreo?
Feb 11th, 2009 by cyclops

As vezes encontramos respostas em nossas próprias perguntas. Um exemplo disso é um experiente usuário que participou do BP-UOL.

Observem que em uma das perguntas desse usuário ele responde a própria pergunta, ou seja, pergunta1: O que devo fazer para proteger meus downloads de um ataque aéreo?

pergunta2: Poderia nos incidar um software de segurança que seja estável, seguro e de fácil manutenção?

A resposta seria: Utilizando um sistema estável, seguro e de fácil manutenção!

aks2

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UOL apoia iniciativa do Dia da Segurança na Internet
Feb 10th, 2009 by cyclops

Mais de 60 paises participaram da iniciativa anual da INSAFE, rede de organizações patrocinada pelo programa Safer Internet Plus, da Comissão Européia. O UOL começou a semana apoiando o movimento e consciente de que o caminho adequado é a conscientização dos internautas. Com isso o UOL publicou diversas materias sobre segurança na Internet (Tecnologia UOL) e apoiou o Bate-Papo do Procurador Segio Suiama que conversou sobre as ações do MPF no combate aos crimes virtuais. No dia do evento (10/02) o UOL promoveu o Bate-Papo com CISO do UOL que explicou as ações do UOL que visam garantir aos seus assinantes uma navegação segura, livre de vírus e fraudes.

Foi um dia agitado e compartilho novamente a necessidade de conscientização na Rede.  Atuem e digulguem as Boas Práticas de Seguranã na Rede:  www.uol.com.br/cartilha

Agradeço aos amigos engraçados que descontrairam certos momentos tensos de certas respostas no BP e a todos que acompanharam !!!

Vocês podem acompanhar as duas entrevistas em:

Procurador Sergio Suiama conversa sobre as ações do MPF no combate aos crimes virtuais

Nelson Novaes Neto, gerente de segurança do UOL, tira dúvidas sobre como navegar em segurança na web

Boa Leitura!

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Segurança na Internet e Carnaval são os principais temas da semana no UOL
Feb 8th, 2009 by cyclops

A proximidade com o Carnaval e a comemoração do Dia da Segurança na Internet fazem desses os principais assuntos da semana no Bate-papo UOL com Convidados.

Divulgação

Dia da Segurança na Internet, que acontece 10 de fevereiro, é tema de papos na segunda (9), às 16h30, e na terça (10), às 17h

Segunda (9), véspera do Dia da Segurança na Internet, às 16h30, o procurador Sergio Gardenghi Suiama, responsável pelo Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal, cujo foco são pornografia infantil, racismo e crimes de ódio, conversa sobre os crimes na rede e sobre as ações da procuradoria no Safer Internet Day.

Com 11 anos de experiência em tecnologia e gestão da segurança da informação, o CISO (Chief Information Security Officer) do UOL Nelson Novaes Neto dá dicas para evitar fraudes, malwares, spywares e vírus, diz qual a forma mais segura de navegar pela web e fala sobre as ações do UOL para garantir segurança na navegação do assinante UOL; às 17h, do Dia da Segurança na Internet (terça, 10).

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InfoSecurity Professional Magazine – Interview
Feb 6th, 2009 by cyclops

Foi publicada a última edição da revista “InfoSecurity Professional Magazine”‘ do (ISC)². Colaboro com o tema “Looking back, looking ahead”!

Associados ao (ISC)² podem obter a revista gratuitamente (http://www.isc2.org/ip_mag_advertiser.html) e os demais podem adquiri-la no site: (ISC)² Store

InfoSecurity Professional Magazine is (ISC)²’s quarterly magazine focused on workforce development and career issues in the information security field, as well    as news on the latest (ISC)² initiatives.

Boa Leitura!

interview

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Big Brother – Again
Feb 5th, 2009 by cyclops

Quer saber onde a sua namorada está?

Quer saber o momento exato de abordar um criminoso ou uma vítima?

É uma ótima ferramenta, mas como TODAS, precisamos de cautela e até onde podemos confiar na segurança desse serviço!

FSP, Dinheiro

Google oferece serviço com mapa que localiza pessoas

Disponível no Brasil, “Latitude” faz busca via celular

DA REDAÇÃO

Sinônimo de busca pela internet, o Google anunciou ontem um serviço que promete encontrar, pelo telefone celular, a localização de amigos e familiares. Chamado de “Latitude”, ele está disponível em 27 países, entre eles o Brasil.
Com ele, por exemplo, um amigo pode saber se o colega com quem marcou uma reunião (e está atrasado) está perto ou um pai vai ter ideia de onde está o filho -desde que, claro, esteja com ele o celular.
A ideia da ferramenta é simples: por meio de sinais de torres de celular, GPS e conexões de Wi-Fi, ela mostra em um mapa na tela do celular onde estão os contatos do usuário. Mas não é qualquer pessoa que pode monitorar a sua localização. É preciso enviar ou receber convite e autorizar o pedido.
E, se o usuário quiser, pode ainda esconder onde está até mesmo dos amigos selecionados ou delimitar a precisão (em vez de mostrar rua, pode só expor a cidade onde está).
Para utilizar a ferramenta, é preciso abrir uma conta grátis no Google e ter um celular compatível (a lista pode ser encontrada em www.google.com/intl/pt-br/latitude/intro.html) com o serviço do Google Maps -existe uma versão que também pode ser instalada em computadores.
A partir daí, quando um amigo estiver por perto, um perfil dele vai aparecer no mapa no celular e o usuário pode mandar para ele uma mensagem de texto ou e-mail ou simplesmente fazer uma ligação.
O próprio Google, no entanto, alerta sobre a precisão do serviço. Diz que ele “não vai apontar a localização exata, mas dar uma boa ideia de onde seus amigos estão em um determinado momento”.
Sobre a questão de privacidade, a empresa afirmou que vai manter armazenada em seus computadores apenas a última localização do usuário.

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“Two temporal parameters of the maintenance of avoidance behavior by the white rat”, Sidman
Feb 4th, 2009 by cyclops

Nesse artigo de Sidman podemos acompanhar a eficácia e agilidade das respostas emitidas pelos ratos brancos, bem como a mudança do condicionamento frente aos estímulos aversivos.

Título: Dois parâmetros temporais na manutenção do comportamento de esquiva no rato branco.

Autores: Mariana Chernicharo e Nelson Novaes Neto

PUC-SP


Este experimento em confronto com o Paradoxo da Esquiva gera a seguinte pergunta:

“Como o alívio obtido pela pressão à barra seria
imediato, e a punição (mais) remota, tal
comportamento seria perpetuado de maneira
indefinidamente.” (Mowrer e Ullman, 1945, p.84).”

Paradoxo da esquiva: “É necessária a punição para
conseguir que comecemos a nos esquivar, e mais tarde, é
necessário um lapso ocasional, com uma retomada da
punição, para manter a esquiva funcionando.” (Sidman,
1989, p.157).

O comportamento seria perpetuo considerando o
Paradoxo da esquiva?


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“The emergence of behavior modification”, Kadzin
Feb 4th, 2009 by cyclops

Um retrospecto sobre a evolução da análise do comportamento nos EUA. Algumas reflexões e padrões utilizados na época.

Incrível como Dunlap migrou para a prática cognitiva e como exerceu grande influência ao seu amigo Watson, que anos depois lançou o “Manifesto Behaviorista”!

Título: Os Estados Unidos: prática negativa, terapia aversiva, terapia do reflexo condicionado e condicionamento operante.

Autores: Alexandre Bernardo, Camila Silveira, Felipe Zabeu, Mariana Chernicharo, Nelson Novaes Neto

PUC-SP, Mestrado em Psicologia – Análise do Comportamento


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Apresentação: Análise do Comportamento e Internet
Feb 4th, 2009 by cyclops

Um overview sobre estudos e o uso da Análise do Comportamento com a Internet.

Autor: Nelson Novaes Neto

PUC-SP, Mestrado em Pscologia em Análise do Comportamento

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Publicação Behaviors 2008 – PUC-SP
Feb 4th, 2009 by cyclops

Artigo publicado no  Mestrado em Psicologia em Análise do Comportamento, Revista Behaviors

Artigo: Correspondência no auto-relato de crianças: as relações entre o dizer- fazer dizer sob contingências específicas.

Autores: Maria Eliza M. Pereira, Nilza Micheletto, Virgínia V. C. Amorim, Diana D. F. Bast, Sandra Bennett, Alexandre Bernardo, Mariana Cemicharo Guimarães, Mônica Milharezi Mendonça, Nelson Novaes Neto, Ana Paula F. Scassiotti

PUC-SP,  2008.

Acesse o artigo diretamente no site da PUC:  http://www.pucsp.br/pos/experimental/behaviors/volume_12.pdf

Boa Leitura!

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Análise de risco para investimento de segurança em tecnologia da informação
Jan 30th, 2009 by cyclops

Inauguro os posts desse blog, bem como o seu retorno, com a minha monografia referente aos processos de análise de risco.
Posso acreditar que a avaliação de risco é um estímulo “implícito” queo seu resultado elicia a emissão de certas respostas de um organismo, de acordo com sua experiência de vida e contingências reforçadoras anteriormente conhecidas.

Mesmo que você não seja de TI, a metodologia apresentada pode ser útil para algumas decisões em sua vida.
Este trabalho apresenta apenas um dos processos de uma gestão de risco.

Boa Leitura!

INSTITUTO DE PESQUISAS ENERGÉTICAS E NUCLEARES
Autarquia associada à Universidade de São Paulo

Titulo: ANÁLISE DE RISCO PARA INVESTIMENTO DE SEGURANÇA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Autor: Nelson Novaes Neto – nnovaes at yahoo.com
Ano: 2005

RESUMO
Neste trabalho, foi desenvolvido um modelo de análise de risco, destinado aos profissionais da área de Tecnologia da Informação, com o objetivo de auxiliar o processo de investimento em segurança e garantir a implementação das melhores práticas de segurança, com o menor custo para o negócio. Essas medidas visam à proteção dos ativos e à mitigação dos riscos, sejam elas a aquisição de ferramentas ou a implementação de processos, sem deixar de observar as recomendações nacionais e internacionais, bem como a norma NBR ISO/IEC 17799 que cobre vários tópicos da área de segurança da informação e possui um grande número de controles e requerimentos que devem ser atendidos para garantir a segurança das informações. Por meio de uma metodologia, procura-se introduzir o profissional de tecnologia da informação na dinâmica dos riscos e orientar a preparação e formação de um time que conduza à identificação dos principais ativos da organização. Uma vez conhecidos os ativos da organização, uma análise de ameaças e vulnerabilidades é executada, por meio do mapeamento de arquitetura e decomposição dos aplicativos. Com os resultados dessa análise, uma matriz de risco é desenvolvida para estabelecer os níveis de severidade, criticidade, impacto e controles existentes e necessários. Posteriormente, as informações fornecidas pela matriz de risco servirão de fonte para a seleção das medidas de segurança que indicam as proteções efetivas para os riscos e o desenvolvimento de um relatório para o setor estratégico da organização.

ABSTRACT
In this work was developed a risk analysis model, destined to Information Technology professionals, aimed to help in security investment process and to guarantee the implementation of best security practices with low costs for the company/business. These measures intents are to protect the asset, and don’t matter if it’s by tools acquisitions or by process implementation, observing the national and international recommendations, as well as NBR ISO/IEC 17799 pattern, which covers many topics of Information Security area and has a large number of controls and requirements that must be attended in order to guarantee the information security. By using a methodology, we can try to introduce the
information technology on the risks dynamic, which helps in preparing and building up a team that guide the identification of the organization main assets. Once we know the organization assets, we start an analyze of vulnerabilities and threats, by mapping architecture and decomposing the applications. With this analyze results, a risk matrix is developed n order to establish the severity, criticism, impact and control levels existing and needed. At last, the information given by the risk matrix will be used as font to select security measures that bring the effective protection to the risks and the development of a report to the strategy organization department.

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Hello world! #
Jan 20th, 2009 by cyclops

Welcome to Psyzone.org reloaded :-P
Your cook  zone!

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Hello world! #
Jan 20th, 2009 by cyclops

Welcome to Psyzone.org reloaded :-P
Your usability  zone!

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Jan 20th, 2009 by cyclops

Welcome to Psyzone.org reloaded :-P
Your Psychology  zone!

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