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Apresentação: Desenvolvimento e Segurança em Cloud Computing
May 12th, 2010 by cyclops

Autores: Eduardo Maldonado & Nelson Novaes Neto

Ano: 2009

Descrição: Apresentar aos profissionais envolvidos no processo de desenvolvimento e segurança de software uma introdução aos conceitos e melhores práticas de mercado para o desenvolvimento e segurança de soluções Cloud Computing.

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Palestra: Campus Party 2010
Jan 21st, 2010 by cyclops

Palestra: Desenvolvimento e Segurança em Cloud Computing

Data e horário: 30/01/2010 às 15h.

Autor: Nelson Novaes Neto

Descrição: Apresentar aos profissionais envolvidos no processo de desenvolvimento e segurança de software uma introdução aos conceitos e melhores práticas de mercado para o desenvolvimento e segurança de soluções Cloud Computing.

Sobre a Campus Party: http://www.campus-party.com.br

“Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997, que reúne, durante sete dias, milhares de participantes com seus computadores com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias. ”


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Regras, elogios e ignorar: elementos para um controle efetivo da classe (e outros)
Mar 18th, 2009 by cyclops

Nesse artigo, Madsen, C. H., Becker, W. C., & Thomas, D. R., podemos acompanhar  uma série de estudos que fazem o uso da contribuição dos princípios da análise do comportamento na vida diária, em especial na educação. A pesquisa é parte de uma série de estudos que objetivaram demonstrar o que o professor poderia fazer para controlar mais efetivamente a classe por meio da aprendizagem daqueles princípios.

Frente as discussões, os autores ressaltam que “Mostrar aprovação para Comportamentos Apropriados é provavelmente a chave para o efetivo controle da sala e comportamento”.

Resultados x Segurança: Para aqueles que trabalham com segurança da informação, seria esse o caminho adequado para o condicionamento de um processo de conscientização em Segurança aos usuários ? Será que os controles, processos punitivos ou regras, geralmente parte integrante em todas as Organizações, levam aos mesmos resultados apresentados pelos pesquisadores, ou seja, são variáveis independentes que aumentam o comportamento inapropriado?

Título: Regras, elogios e ignorar: elementos para um controle efetivo da classe

Autores: Ana Carolina Guerios Felício e Nelson Novaes Neto

PUC-SP


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Unveiling the “Sixth Sense,” game-changing wearable tech
Mar 13th, 2009 by cyclops

I´ll google you or hacked you!

Perfect video to view today! Friday the 13th

This demo — from Pattie Maes’ lab at MIT, spearheaded by Pranav Mistry — was the buzz of TED. It’s a wearable device with a projector that paves the way for profound interaction with our environment. Imagine “Minority Report” and then some.

From: www.ted.com

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Análise do Comportamento na Internet – Internet Interventions x Security
Mar 10th, 2009 by cyclops

Artigo em desenvolvimento no  Mestrado em Psicologia em Análise do Comportamento, História da Prática da Análise do Comportamento

Título: Análise do Comportamento na Internet

Autores: Nelson Novaes Neto

PUC-SP,  2008.

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Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

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Ou leia abaixo:

Boa Leitura!

Análise do Comportamento Humano na Internet – Draft 1.0

Nelson Novaes Neto

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

A Internet está rapidamente evoluindo e potencializando a sua capilaridade por meio de produtos e serviços que trazem benefícios acadêmicos, científicos, profissionais e pessoais por todo o globo. A Internet, conglomerado de redes em escala mundial de bilhões de computadores interligados, pode influenciar significativamente o comportamento humano e servir como meio de intervenção para modificação do comportamento, bem como o seu desenvolvimento pode ser influenciado pela ciência da análise do comportamento humano que pode proporcionar uma melhor experiência de vida aos usuários on-line e resultar em avanços tecnológicos. Este artigo traz comentários sobre a relação da análise do comportamento humano e a Internet, discutindo a evolução tecnológica para a realização de intervenção on-line e uma discussão de como a análise do comportamento pode colaborar para o desenvolvimento da Internet. Por mais que as intervenções via Internet provavelmente não substituirão o tratamento pessoal e tradicional, existem poucas dúvidas de que vai crescer em importância como um poderoso elemento de sucesso para tratamentos e modificação do comportamento humano e online.

DESCRIÇÃO: Internet, World Wide Web, análise do comportamento, computadores, tecnologia, comunicação, segurança, ciber-psicologia.


De acordo com (Plaud, 1996) a Internet pode influenciar positivamente a análise do comportamento com três grandes contribuições: (a) troca de informação e comunicação entre analistas do comportamento por servidores de lista de discussão, (b) disseminação de dados empíricos e comentário em blogs e servidores de informação, e (c) promoção de programas e serviços em análise do comportamento. Contudo, com o significante avanço tecnológico nos últimos 12 anos, a Internet atingiu no ano de 2008 mais de 1.4 bilhões (Nielsen//NetRatings, 2008) de pessoas conectadas pelo globo, sendo que no território brasileiro a Internet é utilizada por mais de 58% milhões de usuários e 48% da população brasileira utiliza a Internet em locais públicos e lan houses (Datafolha, 2008). Sendo assim, além dos benefícios da comunicação e troca de informações em tempo real, a Internet provê a oportunidade tecnológica para que os cientistas do comportamento possam superar e endereçar os problemas do mundo real (Plaud, 1996). E a prestação dos cuidados da saúde através da Internet evolui rapidamente e pode produzir potencialmente meios benéficos para complementar e produzir outros tratamentos que podem ser afetados devido as limitações econômicas, socioculturais e geográficas. As pessoas também usam as informações encontradas na Internet para tornar-se mais informadas (Pew Research Center, 2002) e usam os serviços para interagir com o mundo e usufruir dos benefícios e facilidade do mundo online.

Na atualidade os psicólogos necessitam entender e aceitar que a tecnologia está modificando o mundo (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003), e precisamos que a ciência da análise do comportamento humano seja parte integrante no desenvolvimento dos sistemas da Internet, uma vez que possamos ser influenciados e podemos influenciar o mundo online, pois o comportamento humano é produto de contingências de reforçamento responsáveis pelos repertórios adquiridos por seus membros, incluindo as contingências especiais mantidas por um ambiente cultural evoluído, em que o processo de seleção por conseqüências presumidamente se inicia no nível do indivíduo, e a melhor maneira de se produzir algo é que esse seja reforçado por suas próprias conseqüências. Também é necessário estudar se a cultura online e o uso dos serviços online de comunidade social evoluem com práticas que contribuem para o sucesso de um grupo praticante em solucionar seus problemas, que se é o efeito do grupo e não as conseqüências reforçadoras para seus membros, o responsável pela evolução da cultura e possíveis influências no mundo online.


O uso da Internet na busca de informações de saúde


Mais de 100.000 sites sobre saúde foram construídos para fornecer informações básicas sobre vários problemas de comportamento (Kolata, 2000). Um grande número de pessoas reportou que as informações obtidas por esses sites afetaram as decisões relacionadas aos cuidados da saúde (Pew Research Center, 2002). A provisão de informação relacionada à saúde tem o potencial para mudar o mercado da saúde por propiciar consumidores mais bem informados. Embora investimentos importantes fossem feitos para fornecer informação de saúde na Internet, poucas pesquisas foram conduzidas quanto à eficácia da informação nos sites. No entanto, embora esta relação paciente e sites de saúde possam ser muito úteis, o objetivo é desenvolver pesquisas e disponibilizar personalizadamente tratamentos empiricamente validados que possam ser rapidamente e facilmente distribuído e consultado via Internet (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003).


Intervenções Online


Geralmente, nos estudos apresentados na Tabela 1 (Ritterband, L. M., Gonder-Frederick, L. A., Cox, D. C., Clifton, A. D., West, R. W., & Borowitz, S. M., 2003), as intervenções via Internet podem ser praticáveis e eficientes. Estes estudos também demonstram que um tratamento comportamental pode ser operacionalizado, transformado, e pode ser aplicado via Internet. Para testar a eficácia, a maioria destes estudos usou alguma forma de grupo de controle sem tratamento, antes que um tratamento presencial identificasse o comportamento desviante. Esta decisão faz sentido dado que o primeiro passo é verificar que a aplicabilidade desta forma de intervenção é identifica por alguns resultados esperados antes que a análise seja submetida para um tratamento clínico presencial e tradicional. No entanto, não é o objetivo dos estudos provar que a intervenção via Internet é mais eficiente do que o tratamento tradicional e altamente eficientes. Mas, sim, identificar alguns benefícios equivalentes e avaliar os resultados obtidos. Entre algumas das vantagens da intervenção via Internet, especialmente a acessibilidade, pode-se acreditar que algumas pessoas não teriam o tratamento se não fosse via Internet.

As intervenções via Internet trazem uma oportunidade para que os psicólogos forneçam tratamentos comportamentais específicos e a indivíduos que preferem ou necessitam procurar ajuda de suas próprias casas ou centros comunitários com acesso à Internet. Por exemplo, o governo da Bulgária está patrocinando uma pesquisa com o objetivo de revelar a expectativa de clientes dos que procuram ajuda psicológica e também as reais possibilidades e limitações no trabalho com os clientes via Internet: e-mail, vídeo-conferência, rede de discursos etc. (Vasileva L.B.; Jordanova M.M. and Rasheva M.R., 2005). Outro estudo de intervenção via Internet (Matthew Porritt, Andrew Burt, & Alan Poling., 2006) fez o uso de um esquema múltiplo de linha de base de grupos para avaliar os efeitos da intervenção via Internet, que era bem-sucedido em aumentar o número de palavras escritas por escritores de ficção. Em outro estudo (Dallery, J & Glenn, I.M., 2005) é proposto que um programa de reforçamento de voucher na Internet é um método praticável para promover abstinência de fumar cigarro. No Brasil, o Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP fornece serviços de orientação psicológica via e-mail, especialmente dirigida às pessoas que apresentam dificuldades derivadas do uso da informática em seu cotidiano.

As intervenções via Internet podem ajudar a reduzir muitas das barreiras tradicionais, incluindo indisponibilidade de profissionais habilidosos, tempo de atraso para disseminação da informação, cumprimento de tratamento, custos e inconveniência de tratamento. Com o uso da Internet, profissionais ou pacientes podem reunir e trocar informações em tempo real sempre que necessário, e os tratamentos podem ser apresentados em grande detalhe pelo uso dos registros como por meio de sistemas visuais, e vídeos animados para aumentar o entendimento de um comportamento desviante. Os pacientes podem acessar a informação dentro da sua evolução e melhor usá-la para aumentar a eficácia do tratamento.

Finalmente, este modo de liberdade de tratamento pode ser muito influenciado pela vontade do paciente em participar e seguir as recomendações. Mas mesmo que intervenções via Internet possam ajudar a superam muitas barreiras, algumas decisões críticas ainda necessitam ser endereçadas e resolvidas, incluindo problemas de auto-avaliação e diagnóstico, disseminação de informação, motivação, estabelecimento de um modelo financeiro, segurança e conformidade. Há conseqüências potencialmente significativas para pacientes que fazem as próprias análises e criam seus próprios diagnósticos, incluindo diagnósticos incorretos e a seleção incorreta de tratamento. As intervenções via Internet não substituem o tratamento tradicional, mas um meio para fornecer uma alternativa para indivíduos que contrariamente escolham não receber tratamento, por exemplo, por causa de timidez, falta de acessibilidade, falta de tratamento adequado disponível e problemas financeiros. Dessa forma, a tecnologia está disponível e estes estudos representam os esforços pioneiros no desenvolvimento para a entrega de tratamentos psicológicos que possam colaborar frente as dificuldade e aprimoramento dos meios tradicionais. Sendo que muitas destas intervenções não tiraram proveito das plenas capacidades que a Internet oferece atualmente, como sistemas de telepresença que, combinam sistemas de áudio e vídeo sofisticados de alta definição e elementos interativos para proporcionar uma experiência sem precedentes de presença física através da rede.


Tabela 1. Intervenções via Internet testadas empiricamente.

Estudo

Comportamento alvo / Sintomas

Sujeitos (N)

Delineamento

Resultados

Schneider, Walter, & O’Donnell, 1990

Cessar de fumar

1.158 adultos

Intervenções via internet com fumantes diários vs. contorno de estratégias comportamentais

As tendências maiores de cessar em 1, 3, e 6 meses para o grupo de Internet.

Winett et al., 1999

Melhorar o comportamento de saúde em meninas adolescentes

180 meninas de escola secundária

Intervenção via Internet em um semestre focados na redução de peso corporal, alimentação saudável e comportamento saudável, vs. classe normal de saúde de escola secundária com conteúdo semelhante.

O grupo de Internet teve melhoras significativas em muitos comportamentos relacionados à saúde.

Celio et al., 2000

Satisfação da imagem corporal e atitudes de comer

76 mulheres

Programa de psicologia educacional vs. mesmo conteúdo apresentado em uma classe vs. lista de espera controle.

O grupo de Internet teve perda no peso e interesses na forma física, e melhor atitude de comer após o tratamento. Fatores de risco para desordem em comer foram reduzidos em contínuos 4 meses.

Strom, Pettersson, & Andersson, 2000

Dores de cabeça

45 adultos

Intervenções via Internet focadas em processos de relaxamento e técnicas para resolução de problemas vs. lista de espera controle.

Após 6 semanas do programa o grupo de intervenção via Internet apresentou poucas dores de cabeça severas.

Winzelberg et al., 2000

Satisfação da imagem corporal

60 mulheres

Programa de psicologia educacional via Internet vs. condicionamento controle.

Depois de 8 semanas e com continuação de 3 mês, o grupo de Internet teve satisfação maior com o seu corpo e menos desejo para “magreza”.

Klein & Richards, 2001

Pânico

22 adultos

Intervenções via Internet contendo componentes de psicologia educacional e técnicas para redução do pânico vs. um grupo controle auto monitorado.

Sujeitos que participaram da intervenção via Internet tiveram redução dos sintomas relacionados ao pânico.

Lange, van de Ven,

Schrieken, &

Emmelkamp, 2001

Estresse pós-traumático e tristeza patológica

25 estudantes de faculdade

Intervenção via Internet utilizando 5 semanas de designação de escrita vs. lista de espera controle.

80% do grupo experimental apresentou melhoras significantes nos sintomas de trauma e psicopatologia generalizada após tratamento.

McKay, King, Eakin,

Seeley, &

Glasgow, 2001

Atividade física

78 pacientes com diabetes tipo 2

Intervenção de atividades físicas via Internet vs. lista de espera controle.

Ambos os grupos aumentaram os níveis de atividade, mas nenhuma significante diferença entre os dois grupos. O grupo da Internet utilizou mais o programa e fez o programa significantemente melhor.

Tate, Wing, &

Winett, 2001

Perda de peso

91 adultos

Programa de Intervenção via Internet para redução de peso com consultas via e-mail vs. educação sobre perda de peso e acesso à sites Web.

A terapia comportamental via Internet teve significante redução de peso entre a 3º e 6 ºmês.

McKay, Glasgow,

Feil, Boles, &

Barrera, 2002

Auto-gestão da diabetes

113 pacientes com diabetes tipo 2

Intervenção via Internet com um programa de dieta, saúde mental e direcionamentos psicológicos vs. apenas informação controle.

Ambos os grupos apresentaram melhorias, mas nenhuma mudança significativa entre os grupos.

Análise do Comportamento na Internet


Com o crescente uso da Internet podemos observar a operação de novos comportamentos que são influenciados pelas diversos estímulos e variáveis presentes na Internet, podendo considerar que milhões de variáveis afetam positivamente ou negativamente o comportamento dos usuários, seja na vida pessoal ou mesmo no condicionamento de comportamentos novos no mundo virtual, que muitas vezes podem ser diferentes dos comportamentos emitidos na via real. A influência de novos serviços impostos pelos agentes governamentais direciona para a necessidade e dependência de uma identidade virtual, que muitas vezes em outros serviços podem ser anônimas como em sistemas de relacionamento e comunidade. Essa exposição e dependência do relacionamento com o mundo virtual pode trazer a exposição de comportamentos encobertos de cada usuários e influenciar práticas que resultam na modificação comportamental na via pessoal e online, como por exemplo, comportamentos desviantes como a dependência da internet , perda de produtividade (YouGov, 2007) cyberbullying considerados pelas ameaças físicas e psicologias dentro do mundo virtual ou real, fraudes e crimes cibernéticos.

A ciência da análise do comportamento pode colaborar para a adequada condução e manipulação das variáveis nos sistemas online, para que padrões de segurança e análise do comportamento colaborem para o adequado comportamento social no mundo virtual, para a Internet não influence incorretamente no comportamento pessoal de cada individuo. Outra ajuda é o desenvolvimento e pesquisas de sistemas, que avaliam o comportamento dos usuários online e que podem colaborar para a segurança e evolução dos sistemas via Internet, fornecendo uma adequada manipulação das regras e variáveis para que tenhamos uma adequada relação entre a ciência do comportamento humano e os sistemas on-line, podendo agregar estudos sociais e comportamentais, maior rentabilidade para as instituições e uma melhor experiência de vida aos usuários.


Conclusão


A confidencialidade, ética, privacidade, legislação, sistemas seguros e padrões rígidos de segurança são fatores que devem ser preservados e alcançados adequadamente pelos profissionais e instituições quando fazemos o uso da Internet na intervenção clínica ou simplesmente temos o uso dos serviços online por parte dos usuários. Podemos observar que o futuro promete tecnologias cada vez melhores e aplicações para a psicologia e análise do comportamento humano. A cada dia emergem novas tecnologias e essas passam a fazer parte da vida e padrões da sociedade moderna, tecnologias que permitem que sistemas de inteligência artificial adéqüem os sistemas on-line por meio da análise comportamental de cada usuário (S. Brin, L. Page., 1998) e influenciam o comportamento pessoal ou social do grupo. Esses sistemas permitem que cada individuo tenha acesso rápido às informações e possam exercer uma vida diferenciada no mundo on-line, em que cada individuo pode reproduzir uma identidade e comportamentos influenciados pelas próprias conseqüências do mundo virtual ou real. E com o aumento da capilaridade dos sistemas online que é estimulado pelo surgimento de novas tecnologias de acesso, por exemplo, redes sem fio de alta velocidade, dispositivos móveis que passam a fazer parte da vida dos indivíduos, sistemas e a necessidade da inclusão digital imposta por padrões sociais, podemos descobrir fatores que caminham para a convergência entre alguns comportamentos reais e virtuais. O uso desses sistemas e da Internet podem colaborar positivamente para o desenvolvimento de pesquisas ou serviços que rastreiem o comportamento dos indivíduos em tempo real e sejam manipulados adequadamente por profissionais para um rápido processo de comportamentos seja recomendado, bem como pode auxiliar no desenvolvimento de pesquisas do comportamento humano, por exemplo, uma pesquisa realizada com mais de 9 milhões de usuários de um jogo online que teve como objetivo fornecer um modelo de simulação para o campo da epidemiologia aplicada, em que a inclusão acidental de um fenômeno de doença possibilitou o desenvolvimento de um laboratório para estudar doenças infecciosa e a sua relação com comportamento humano (Lofgren E, Fefferman NH., 2007).

Finalmente, a intervenção de tratamento clínicos adicionais necessitam ser operacionalizado e transformados adequadamente em intervenções via Internet para que tenhamos um consumo ainda maior e os resultados sejam empiricamente validados por estudos de pesquisas clínicos bem projetados. Há também a necessidade de pesquisas mais elaboradas para estudar a relação do ambiente online e o comportamento humano, bem como entender a capacidade da Internet em extrair mudanças comportamentais e avaliar se os vários elementos fornecidos via Internet e sistemas computadorizados melhorariam ou impediriam um resultado adequado para a segurança, comportamento e melhor utilização dos serviços cibernéticos.


Referências


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Dallery, J & Glenn, I.M. (2005) Effects of an Internet-based voucher reinforcement program for smoking abstinence: A feasibility study. Journal of Applied Behavior Analysis. 38, 349–357.

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